Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘socialismo’

A Imbecilidade Humana NÃO Conhece Limites

Li uma matéria sobre “livros que podem nos fazer mal“, encontrável no site do jornal lusitano Público.

Deixo a chamada aí:

Há um movimento de estudantes universitários norte-americanos a pedir que os protejam dos conteúdos de alguns livros que consideram perigosos. Em causa estão sobretudo clássicos da literatura grega e romana. A psiquiatra Manuela Correia fala em “infantilização” da sociedade.

É necessário ler a matéria, e também os comentários. Não vou aqui ficar me estendendo, pois seria difícil resumir.

Como sempre tenho manifestado aqui no blogue, porém, abomino de corpo e alma essa hipocrisia da correção política, essa esquerda festiva que sempre pretende policiar (usavam antes o termo patrulhamento ideológico) o que os outros pensam, “por uma sociedade melhor”.

Infelizmente essa doença social da censura ideológica, que não sabe identificar alegorias, ou despreza os ensinamentos da História (com H maiúsculo), está impregnada em vários setores do mundo. Pior do que a religião, ela se torna lei, levada por gente “bem intencionada” (aqueles que enchem o inferno todos os dias de boas intenções), disfarçada em “bons pensamentos”.

Faz falta que o mundo se preocupe mais com ciências, e não com empulhações de teorias sociais.
Essas aí nos têm deixado encalhados.

Só posso resumir que a imbecilidade humana não conhece limites. O mundo contemporâneo é o maior exemplo.

o arghgentinho do hábito preto e da batina branca

Nunca fui com as fuças do jesuíta arghgentinho que não entende nada de religião, exceto falar as bobagens que ele ouviu falar du cumpañero chê sobre “éguadade çossiáu, pois jizuis tinha lido marx” (acho que era márquez).

Papa é o teólogo alemão, que foi deposto pela comunalha de batina.
Se você não lembra, o polaco consultava o alemão em tudo o que se referia a teologia, pois o alemão (que ainda está vivo) É o maior teólogo cristão contemporâneo.Nem é boff nem beto, ouso decepcionar você, xikitito.

Mas o arghgentinho está conseguindo se superar.
Primeiro veio dizer que tem de bater em que diz alguma coisa com que você não concorda. Diálogo é coisa para dilmistas adeptos do califado. Onde já se viu alguém tolerar a liberdade de expressão, né mesmo xikitito? Tem mais é de matar e atirar bombas, esbofetear o rosto do assessor, vos estás cierto.

Agora ele veio dizer que os católico não devem se reproduzir feito sei lá que tipo de animais; coelho, cachorro, rato, piolho, sei lá o que ele disse.
O padreco nem mesmo conhece a História da Irlanda, ‘tadinho…
Se você não sabe, xikitito, a igreja católica estimulava a procriação de irlandeses feito ratazanas, em lugares imundos e infectos, e isso provocou a morte de mais de um milhão de irlandeses – fora os que foram virar mendigos (e depois políticos) nos Estados Unidos. A culpa não era SÓ da batata doente, mas sobretudo do excesso de gente que não servia para nada, exceto seguir as ordens da igreja católica que não gostava das regras vindas do parlamento britânico. Tudo para “afrontar” os que tinham outra igreja.
Pode checar, xikitito, há dúzias de filmes e livros que retratam esse período.

Bem, mas como disse um amigo,
o que se pode esperar de um torcedor do San Lorenzo?
nada, apenas violência dentro e fora dos estádios…
=
xikitito é apenas o anti-cristo com a roupa preta embaixo da branca.
Qualquer hora dessas ainda vai mandar bordar o retrato do homem de boina com charuto no solidéu.
tudo sempre fica pior do que estava antes…
saudades dos tempos do Marquês de Pombal

 

Relembrando certas roupas

Com todo esse assunto de Paris e de multiculturalismo, lembrei de um post que eu tinha escrito, em 2009, sobre Trajes Nacionais.

Aproveite para relê-lo.

Pense se você terá a oportunidade de andar na cidade usando short ou bermuda, exibindo a pele tatuada, pelos países do Golfo Pérsico, ou outros da região.
Afinal de contas, “nós” é que temos de nos adaptar às exigências deles. A xenofobia é apenas “nossa”.

Ah, só uma observaçãozinha, para finalizar:
hoje, quando a polícia francesa matou os terroristas envolvidos nos vários atos desta semana, não recebi nem um mísero e-mail de amigo, comentando sobre a truculência da polícia francesa.
Houvesse sido no Brasil (sobretudo em São Paulo) ou nos Estados Unidos, seriam dezenas de comentários de “humanistas”.
No caso da França, como o atual presidente é socialista, tudo bem. Se fosse um presidente de partido de “direita”, seria crucificado, como faz o tal califado com “os infiéis” na Síria.

Oi, aviso: essas palavras com cores, e linhas embaixo delas, são links para ver outras matérias. Não esqueça desse pequeno detalhe.
Tal como os “analistas” dos grandes jornais, não vou repetir tudo o que escrevi em outras ocasiões.

 

Estranha língua, estranha geografia

Por que os jornalistas têm tanto cuidado para chamar Maré, Rocinha e outras favelas de cumunidadji,
mas não têm pudor de chamar de Subúrbio (com letra maiúscula) Irajá, Madureira, e outros bairros mais?

Subúrbio deixou de ser depreciativo e virou uma região geográfica da cidade do Rio? A Barra da Tijuca, porém, também fica no subúrbio, em termos geográficos – faz parte da mesma Baixada de Jacarepaguá que é uma das partes da Zona Oeste, a parte que nunca teve trilhos de trem – a outra são os bairros ao longo do antigo ramal de Santa Cruz.
Talvez seja melhor chamar Madureira de Subúrbio do que de periferia, é isso?
Sem contar que o termo “sub-urbano” (menos urbano)  fazia sentido durante o Império, e não hoje em dia.

Não temos mais FAVELAS !
Quando se avista do alto o Rio, aquilo que se vê nos morros não são mais favelas. Tudo aquilo é uma só comunidade, muito bem pacificada, dirá o governador.
Só que é melhor chamar Madureira de subúrbio do que “periferia”.
Periferia é onde se situa o Brasil.

Ah, talvez porque os paulistas tenham sua “alfavela”, no subúrbio rico que imita os de cidades americanas.
Deve ser por isso…
Tenho uma amiga que mora em um condomínio de classe B em Barueri, e ela sempre frisa que não é “naquele outro”.

Aqui em Brasília tampouco existem favelas: são “condomínios”.
Houve época em que eram chamadas de “invasões”, porém a classe A e seus filhotes classe média AAAAA Plus também começaram a invadir terras públicas e o termo tornou-se inadequado.
As cidades-satélites, projetadas pelos comunistas Niemeyer e Lúcio Costa, também desapareceram.
Cristovam Buarque substituiu-as por “regiões administrativas”,  como se essa instituição administrativa fosse capaz de alterar o conceito urbanístico do que sejam cidades-satélites.
Ele certamente estava ocupado demais fazendo algum discurso sobre o salários dos professores, e não teve a oportunidade de saber dos falanstérios e outras utopias francesas e inglesas do século XIX (Fourier, Owen, e outros).
Muito menos o “nobre senador” deve um dia ter ouvido falar que Interlagos (aquele bairro do autódromo paulistano) foi planejado como “cidade satélite”.
Temos, ainda, porém, a falta de informação de “vestais” do jornalismo, confortàvelmente instaladas em seus estúdios climatizados em São Paulo ou no Rio, que confundem “cidade satélite” com “entorno”. Sugiro que procurem se informar. O IBGE pode ser um bom lugar para pesquisa…

Até onde / quando a hipocrisia será a regra? Até onde essa hipocrisia cegará estudos mais sérios?

“Há horas” (de vez em quando), quando seria melhor dizer “há anos” (faz anos) em que dá saudade da hipocrisia da velha sociedade vitoriana.
Tinha mais lógica.

Como diz uma amiga:

como tudo o mais que fazia sentido, ficou fora de moda

La intelectualidad de la desvergüenza

Reproduzo a seguir o artigo de Mercedes Vigil, publicado, em 16 de setembro, no jornal uruguaio El País:

Mercedes Vigil | Montevideo
@| “Cuando me llegó la carta que un grupo de ciudadanos hizo circular bajo el título ‘Ni un paso atrás en la cultura’ sentí vergüenza ajena. Son apenas unos comentarios pueriles y falaces, seguramente redactados entre gallos y medianoche por un grupo de funcionarios temerosos de que se le escape la gallina de los huevos de oro.
Recordé prontamente aquellas largas declaraciones que hacía publicar Benito Mussolini con adhesiones de integrantes del mundo cultural italiano a su régimen. Algunos eran fascistas y otros no, pero todos sabían que adherir al Duce era asunto de vida o muerte.
Lo mismo aconteció luego con Hitler, Fidel Castro, Pinochet, Chávez, Cristina Kirchner y con todo tiranuelo capaz de pagar la lealtad de ciertos intelectuales, además de inventarlos.
En Uruguay, el Frente Amplio decidió ya hace tiempo que el cargo hace al intelectual y no el intelectual al cargo. Llegamos al extremo que si un bloguero de poca monta promete su adhesión incondicional al partido, puede llegar pronto a ocupar una Dirección de Cultura o una silla en la Academia Nacional de Letras. Si se destaca en el besamanos seguramente conseguirá una beca para recorrer el mundo y mostrar su ‘arte’, por supuesto financiado por todos los uruguayos. Y si alguna vez fue invitado al quincho de Varela seguramente obtendrá un programa propio en TV Ciudad o una agregaduría cultural, aunque no haya pasado de tercero de escuela.
Al revisar la lista de firmantes encontré de todo: escritores, músicos, estudiantes, blogueros, kiosqueros, diarieros, plomeros, arquitectos fracasados, etc. También hallé gente que solo se ocupa y preocupa de proteger su sustento económico, y conste que no hablo de trabajo pues entre los firmantes hay mucha gente que cobra sin trabajar.
Personalmente he necesitado ubicar a varios de ellos por razones de mi profesión y me pasó de no encontrarlos en su lugar de trabajo durante meses.
También firman varios piratas y filibusteros que llevan años despilfarrando las arcas estatales en un entretejido de ‘compañerismo corrupto’ pocas veces visto. La mayoría forma parte de esa suerte de nube corrosiva que ha desangrado la matriz cultural nacional, con lo cual agoniza nuestra matriz ética.
Como verán, él ‘ni un paso atrás’ significa ‘ni un peso menos’. Son los ‘haraganes’ de los que tanto habla Mujica y que se han acostumbrado a tener buenos sueldos, viáticos y espacios en radios y canales estatales a cargo del contribuyente nacional.
A muchos me los he encontrado en ferias extranjeras publicitando sus libros a costo y cargo del Estado uruguayo. Otros ocupan cargos culturales importantes, repartiendo favores y financiando con fondos ciudadanos sus carreras y/o aventuras artísticas. Muchos gozan de una suculenta jubilación, pero aun les seguimos financiando giras y espectáculos porque algún pesito extra no le viene mal a nuestra izquierda burguesa.
Lo más absurdo es que se han instalado en la impunidad y aun tienen el tupé de adjudicarse  una cantidad de fondos, becas e incentivos que en su mayoría ya existían anteriormente. Pero más grave aún resulta el hecho de que dichos incentivos son otorgados actualmente con absoluta falta de cristalinidad. Los nombres de jurados y aspirantes se cruzan, se repiten y hay un casi nulo control del proceso de adjudicación y de su posterior utilización. En definitiva, hay millones de dólares que pagamos los uruguayos y no sabemos (¿No sabemos?) a dónde van.
Tan importante como la cantidad de dinero que se invierta, es cómo se invierta. Necesitamos un proyecto cultural serio que permita utilizar los impuestos ciudadanos de una forma adecuada, racional y honesta.
Actualmente parece haber una caja negra con la cual se financia al amigo compañero, independientemente de su aporte real a la cultura nacional.
Personalmente creo que tendremos por delante un gran trabajo hasta recuperar el nivel cultural que Uruguay tuvo en otras épocas. Pero estoy segura que no es aumentando impuestos que lo lograremos sino eliminando la corrupción con la que actualmente se desvían hacia bolsillos privados miles de pesos que deberían financiar una cultura con mayúsculas”.

Qualquer semelhança com país ao norte do Uruguai não é mera coincidência.

Leis trabalhistas

A candidata de uma das várias sublegendas da esquerda, a do coque, disse que “não vai alterar as leis trabalhistas“.

Que pena.

Mais um motivo para eu não votar nessa pessoa que muda de partido como quem muda de colar.

Uma das principais tarefas de um governo sério, algo que talvez nunca conheceremos, seria desmontar o emaranhado de leis fascistas, iniciado por Getúlio, que estimulam o sindicalismo pelego, premiam maus empregados, e punem com uma super-carga tributária os empregadores que levam as obrigações a sério (o que não é o caso de gigantes do empresariado, sobretudo na esfera da enpreimça e dos clubes desportivos) . País do jeitinho, deplorado por juristas e economistas que não fazem parte do “aparelho” socialista.

Os que fazem parte do “aparelho” costumam dizer que fascistas são as pessoas que pensam e trabalham sem o “porcoativismo”  que sustenta atravessadores, como sindicatos e ordens medievais.

Voto-dentadura

Interessante como um determinado partido, que diz ter vindo livrar o país dos vícios do coronelismo, age ao entregar dentadura para uma eleitora fazer campanha em favor de uma determinada candidata.

É claro que o voto de cabresto é uma prática repudiada por esse partido. O que faziam era uma “ação de rotina“…

Bem, mas podiam ser um pouco mais modernos, ,e em lugar de dentadura, esses políticos podiam oferecer implantes dentários.

Além de ser algo desumano é ridículo esta história de dentaduras!  Expõe ao público algo que deixa qualquer pessoa com baixa estima. Aliás, será que do alto do ego eleitoral eles sabem o que é baixa estima? Tivessem ao menos compaixão… O que não fazem por um voto?

Precisamos que surjam também implantes para pessoas sem caráter e etc. Muitos “senhores de engenho”, “coronéis” e outros seres ligados à hereditariedade e ao nepotismo um dia terão de enfrentar essa melhora. Só que não estarei mais entre os brasileiros vivos, já que isso ocorrerá, talvez, um pouco depois das calendas gregas.

Ainda bem que são partidos de “esquerda”, “trabalhistas”, preocupados com “causas sociais”…

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