Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

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Pobres vs Ricos

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Turistas

Na semana passada, durante o feriadão, fui a uma cidade do interior, que prefiro não mencionar.
No sábado, em um espaço público, vi um grupo de percussão reunido.
Havia uma senhora parkisoniana, dois rapazes com síndrome de Down, e outras pessoas, em quem, à primeira vista, não percebi algo diferente, quando me aproximei. O garçon de um estabelecimento nas proximidades me explicou que era um projeto de inclusão social, que se reúne a cada duas semanas naquele local, e me indicou que dois dos rapagões do grupo não ouviam. Não sei qual a deficiência dos outros. Havia 12 pessoas no total, e umas 9 necessitavam de tratamento especial.

Eu estava gostando muito de ouvir. Dava para se notar o interesse e o esforço dos participantes em acertar o ritmo e o compasso das batidas que o líder do grupo indicava.

Pois não é que uns bichos da espécie “turistensis imbecelis” falaram mal do grupo – que aqueles pessoas não sabem tocar e só fazem barulho.

Em primeiro lugar, acho que os “apreciadores de música a todo volume no carro de chassi rebaixado” não sabem que qualquer orquestra precisa de ensaios.
Em segundo lugar, a crueldade de fazer o comentário, quando era nítido que algumas daqueles pessoas têm algum tipo de deficiência.Em terceiro, que duvido que aqueles bichos saibam tocar campainha ou o telefone de outra pessoa. Devem passar o dia todo só no tcl do zap (sobretudo se estiverem dirigindo um veículo).

Turistas…  Não sei, mas desconfio que era “gente da capital” – não importa qual.

 

A Imbecilidade Humana NÃO Conhece Limites

Li uma matéria sobre “livros que podem nos fazer mal“, encontrável no site do jornal lusitano Público.

Deixo a chamada aí:

Há um movimento de estudantes universitários norte-americanos a pedir que os protejam dos conteúdos de alguns livros que consideram perigosos. Em causa estão sobretudo clássicos da literatura grega e romana. A psiquiatra Manuela Correia fala em “infantilização” da sociedade.

É necessário ler a matéria, e também os comentários. Não vou aqui ficar me estendendo, pois seria difícil resumir.

Como sempre tenho manifestado aqui no blogue, porém, abomino de corpo e alma essa hipocrisia da correção política, essa esquerda festiva que sempre pretende policiar (usavam antes o termo patrulhamento ideológico) o que os outros pensam, “por uma sociedade melhor”.

Infelizmente essa doença social da censura ideológica, que não sabe identificar alegorias, ou despreza os ensinamentos da História (com H maiúsculo), está impregnada em vários setores do mundo. Pior do que a religião, ela se torna lei, levada por gente “bem intencionada” (aqueles que enchem o inferno todos os dias de boas intenções), disfarçada em “bons pensamentos”.

Faz falta que o mundo se preocupe mais com ciências, e não com empulhações de teorias sociais.
Essas aí nos têm deixado encalhados.

Só posso resumir que a imbecilidade humana não conhece limites. O mundo contemporâneo é o maior exemplo.

Um vídeo muito esclarecedor – Europe destroying itself

Recebi, e repasso por achar importante, vídeo sobre os refugiados que invadiram a Europa este ano.

Reparem que, aos 19 minutos, aquela senhora gorda retira do palco a bandeira de seu próprio país.

http://www.liveleak.com/view?i=8ce_1447076932

e dá-lhe multiculturalismo!

Qualquer “semelhança” com movimentos “sociais” aqui no Brasil não é mera coincidência.

Jovens europeus que parecem os mesmos alunos que invadem e depredam as próprias escolas no Brasil, dando vivas ao invasor.

Esquerda festiva que não sabe o tamanho do buraco que cavou.

 

21 de outubro de 2015

No dia anunciado por “De Volta para o Futuro”, vamos ver se valeu a pena termos avançado no tempo:

  • música
  • guerras
  • greves
  • política
  • saúde
  • educação (e “desortografia”)
  • cinema e televisão
  • trânsito e transporte
  • economia
  • empregos
  • vida social
  • violência
  • sociedade fuxiqueira e controladora
  • religião
  • moradias

Quantas mudanças, não é mesmo?

Tudo “melhorou” para pior.

Fala, falsidade!

Vi há alguns dias uma cena típica do comportamento de algumas pessoas:
pisam com facilidade nos “inferiores” e bajulam os “superiores”.

Eu estava em uma mesa de restaurante e pude ouvir o que se passava ao lado, dado que a “advogada criminal” ali sentada falava em um volume, vamos dizer, assim um tanto quanto alto. Talvez ela pensasse estar em algum tribunal.

Terminada toda a refeição, o garçon lhe perguntou se tinha apreciado a comida.

A mulher respondeu, com ar professoral, que tinha apreciado o almoço, MAS que o ceviche estava muito cítrico, e que o peixe tinha uma consistência “borrachuda”.
(Acho que ela não sabe que ceviche é peixe cru marinado em limão.)

Em seguida, o próprio dono do restaurante chegou para cumprimentar a cliente e fez mesma pergunta.

“Estava tudo maravilhoso. Adorei.”

A referida causídica, pelo visto, está sempre do lado dos mais fortes.  Muda de opinião conforme o interlocutor.
Um perigo e, ao mesmo tempo, um exemplar muito comum à solta na sociedade.
Como será que ela defenderia um cliente envolvido com abuso de autoridade?

nada se cria, tudo se perde, tudo se transforma (para pior)

Contrariando o que afirmou Antoine Lavoisier (antuãne lavuaziê), de que nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, vejo que a criatividade abunda, perde-se a cada dia um pouco de cultura, e tudo se transforma, para pior, em emburrecimento da sociedade.

Exemplos:

Existe em Brasília um laboratório que tem o nome do químico francês guilhotinado pelos “revolucionários” (os black blocs do século XVIII).
Como é dito o nome nos anúncios de rádio: lavoziéri (lavou? zi éri). Isso mesmo, ninguém se preocupou em perguntar a alguém com um pouco mais de informação qual seria a pronúncia do nome do laboratório.

Em várias cidades do Brasil há estabelecimentos comerciais que têm o nome com Cia. Não a CIA da espionagem americana, mas a tradicional abreviatura de companhia (companhia = empresa, não ‘Oi colega, tô junto com você”. Lógico que as amebas que fazem os anúncios dessas empresas dizem: cía, tal como supõem estar lendo. Só falta alguém mais “instruído” começar a dizer Brinquedos e Ciaiêi, em uma pronúncia da agência governamental dos “gringos”.

He a inguinoranssa qi astravanka u pogréçio du paiz. Estou cansado disso. Malditos para sempre quem compartilhou a idéia de aprovação seriada “naziskola“. Até parece que a vida “aprova” quem erra. Só mesmo quando a “jostissa” está do lado dos criminosos, como na inversão de valores da atual sociedade brasileira.

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