Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘sociedade’

A violência nossa de cada dia

Uma amiga de Brasília foi fazer “trabalho social” em uma “kuminidadj” de Planaltina – DF (existe também Planaltina GO, que é mais pobre e violenta).

Lógico que para entrar nesse lugar, primeiro foi necessário que as Ongueiras tivessem a autorização dos líderes desse “campo de concentração”.

Ela saiu de lá assustada.
Crianças de sete anos falavam em matar as menores, e outras coisas do tipo.
Não houve momento em que aquela quadrilha de anjinhos se acalmasse.

Minha amiga ficou com muita dúvida de terá coragem de rever os anjinhos.
Melhor apenas aliviar o “sentimento de culpa” fazendo doações – que provàvelmente serão desviadas.

Sei lá se a história é triste ou não.
Na verdade, o que esses grupos querem é destruir quem está melhor.
Mesmo que só um pouco melhor.
Basta ver o número de roubos em gente que está nas paradas de ônibus.

A menina de 7 anos gesticulando como ia esfaquear a menor, isso sim assusta.
Ela não terá dúvidas em matar alguém para roubar.

Tenho certeza de que não tenho culpa pela bandidagem:
Não uso drogas e não compro coisas roubadas.

 

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Pobres vs Ricos

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Turistas

Na semana passada, durante o feriadão, fui a uma cidade do interior, que prefiro não mencionar.
No sábado, em um espaço público, vi um grupo de percussão reunido.
Havia uma senhora parkisoniana, dois rapazes com síndrome de Down, e outras pessoas, em quem, à primeira vista, não percebi algo diferente, quando me aproximei. O garçon de um estabelecimento nas proximidades me explicou que era um projeto de inclusão social, que se reúne a cada duas semanas naquele local, e me indicou que dois dos rapagões do grupo não ouviam. Não sei qual a deficiência dos outros. Havia 12 pessoas no total, e umas 9 necessitavam de tratamento especial.

Eu estava gostando muito de ouvir. Dava para se notar o interesse e o esforço dos participantes em acertar o ritmo e o compasso das batidas que o líder do grupo indicava.

Pois não é que uns bichos da espécie “turistensis imbecelis” falaram mal do grupo – que aqueles pessoas não sabem tocar e só fazem barulho.

Em primeiro lugar, acho que os “apreciadores de música a todo volume no carro de chassi rebaixado” não sabem que qualquer orquestra precisa de ensaios.
Em segundo lugar, a crueldade de fazer o comentário, quando era nítido que algumas daqueles pessoas têm algum tipo de deficiência.Em terceiro, que duvido que aqueles bichos saibam tocar campainha ou o telefone de outra pessoa. Devem passar o dia todo só no tcl do zap (sobretudo se estiverem dirigindo um veículo).

Turistas…  Não sei, mas desconfio que era “gente da capital” – não importa qual.

 

A Imbecilidade Humana NÃO Conhece Limites

Li uma matéria sobre “livros que podem nos fazer mal“, encontrável no site do jornal lusitano Público.

Deixo a chamada aí:

Há um movimento de estudantes universitários norte-americanos a pedir que os protejam dos conteúdos de alguns livros que consideram perigosos. Em causa estão sobretudo clássicos da literatura grega e romana. A psiquiatra Manuela Correia fala em “infantilização” da sociedade.

É necessário ler a matéria, e também os comentários. Não vou aqui ficar me estendendo, pois seria difícil resumir.

Como sempre tenho manifestado aqui no blogue, porém, abomino de corpo e alma essa hipocrisia da correção política, essa esquerda festiva que sempre pretende policiar (usavam antes o termo patrulhamento ideológico) o que os outros pensam, “por uma sociedade melhor”.

Infelizmente essa doença social da censura ideológica, que não sabe identificar alegorias, ou despreza os ensinamentos da História (com H maiúsculo), está impregnada em vários setores do mundo. Pior do que a religião, ela se torna lei, levada por gente “bem intencionada” (aqueles que enchem o inferno todos os dias de boas intenções), disfarçada em “bons pensamentos”.

Faz falta que o mundo se preocupe mais com ciências, e não com empulhações de teorias sociais.
Essas aí nos têm deixado encalhados.

Só posso resumir que a imbecilidade humana não conhece limites. O mundo contemporâneo é o maior exemplo.

Um vídeo muito esclarecedor – Europe destroying itself

Recebi, e repasso por achar importante, vídeo sobre os refugiados que invadiram a Europa este ano.

Reparem que, aos 19 minutos, aquela senhora gorda retira do palco a bandeira de seu próprio país.

http://www.liveleak.com/view?i=8ce_1447076932

e dá-lhe multiculturalismo!

Qualquer “semelhança” com movimentos “sociais” aqui no Brasil não é mera coincidência.

Jovens europeus que parecem os mesmos alunos que invadem e depredam as próprias escolas no Brasil, dando vivas ao invasor.

Esquerda festiva que não sabe o tamanho do buraco que cavou.

 

21 de outubro de 2015

No dia anunciado por “De Volta para o Futuro”, vamos ver se valeu a pena termos avançado no tempo:

  • música
  • guerras
  • greves
  • política
  • saúde
  • educação (e “desortografia”)
  • cinema e televisão
  • trânsito e transporte
  • economia
  • empregos
  • vida social
  • violência
  • sociedade fuxiqueira e controladora
  • religião
  • moradias

Quantas mudanças, não é mesmo?

Tudo “melhorou” para pior.

Fala, falsidade!

Vi há alguns dias uma cena típica do comportamento de algumas pessoas:
pisam com facilidade nos “inferiores” e bajulam os “superiores”.

Eu estava em uma mesa de restaurante e pude ouvir o que se passava ao lado, dado que a “advogada criminal” ali sentada falava em um volume, vamos dizer, assim um tanto quanto alto. Talvez ela pensasse estar em algum tribunal.

Terminada toda a refeição, o garçon lhe perguntou se tinha apreciado a comida.

A mulher respondeu, com ar professoral, que tinha apreciado o almoço, MAS que o ceviche estava muito cítrico, e que o peixe tinha uma consistência “borrachuda”.
(Acho que ela não sabe que ceviche é peixe cru marinado em limão.)

Em seguida, o próprio dono do restaurante chegou para cumprimentar a cliente e fez mesma pergunta.

“Estava tudo maravilhoso. Adorei.”

A referida causídica, pelo visto, está sempre do lado dos mais fortes.  Muda de opinião conforme o interlocutor.
Um perigo e, ao mesmo tempo, um exemplar muito comum à solta na sociedade.
Como será que ela defenderia um cliente envolvido com abuso de autoridade?

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