Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Suíça’

mais em cima do muro – trump coxinha, etc

Terminada a fase de falta do que fazer, resta aos divisionistas coxinhas de mortadela ficar debatendo os atos de Donald Trump.

Que isso, que aquilo…

Que falta do que fazer!!!…

Até parece que os tupinambás participaram da eleição – que lá é regida pelo esquema de maioria dos Estados, como na Suíça é pela maioria dos cantões. Algo que funciona em federações de verdade, não nesses arremedos de imitação barata de loja de camelódromo.

Bem, mas até isso a brazucada quer contestar, como se nossas 890587380687092743907915723 constituições em menos de 200 anos tivessem sido melhores do que uma que está em vigor há quase 250 anos.

Ah, quase esquecia, o De Neva Inhoque Times não gosta do Trump. Claro, Carlos Slim Helú não gosta de concorrentes (tampouco George Soros) … Coisas de empresários.
E eu não gosto da embratel, da escura, e da net.  Coisa de consumidor.

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A farra do dinheiro público

O site do Globo tem uma matéria sobre a farra dos salários pagos na cama de veadores de São Paulo.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/chaveiro-e-garcom-ganham-salario-acima-de-r-14-mil-na-camara-de-sp.ghtml

Não faz muitos dias, tinha lido uma matéria semelhante sobre farra na cama de veadores de Guarulhos. Não encontro agora o link.

Em setembro, os veadores de Santo António da Platina, no Norte do Paraná, foram obrigados pela população a baixar os próprios salários. E depois, em outras cidades houve (houve, não houveram) manifestações semelhantes. Logo depois, o número de cãesdidatos ao cargo caiu abruptamente. Por que seria?
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/eleicoes/2016/cidades-baixam-salarios-dos-vereadores-e-maioria-desiste-de-disputar-reeleicao-6px1roaz93guex5yv3ykg7czx

Já nem sei quantas vezes escrevi a respeito dessa excrescência perdulária, verdadeiras escolas do crime, que são as camas de veadores, em geral servindo de trampolim para pulos mais altos, como putados estaduais ou fedemmais.

Alguns estados, como Rio de Janeiro ou Rio Grande do Sul, reclamam da quebradeira, e cortam salários de servidores públicos.
O governo fedemal tenta contornar e lhes dá ajuda.
Vai ajudar também os mais de 5600 municípios que desperdiçam dinheiro com essa parasitagem toda? Sendo que a maioria sequer tem um minimo minimorum de população, e muito menos de arrecadação para se manter, e dependem de repasses das tetas fedemmais do Fundo de Participação dos Municípios – FPM ! (em todas cinco regiões geográficas – Rio Grande do Sul com um número impressionante de casos)
Mais de 1500 municípios não têm sequer 5 mil habitantes.

Já escrevi uma vez sobre a Suíça, país pobre de Terceiro Mundo, como sabemos, que fez uma redução no número dessas entidades perdulárias.
Pois casualmente encontrei na Wikipédia em francês um artigo sobre a redução do número de municípios (communes) naquela país. Depois, em 2015, com aquele çossialista Chicô de Hollande (esquerda caviar, como outros de mesmo sobrenome), houve um ligeiro aumento, outra vez, afinal de contas o dinheiro púbico é para servir de boquinha para amigos e correligionários.
Se bem que lá reduziram o número de regiões administrativas.

Outros países, como Alemanha, Bélgica, Canadá, Dinamarca e até Itália, fizeram a mesma política de redução do número de unidades municipais.
Ou por incapacidade financeira de se manterem, ou pela descaracterização de onde começava uma e terminava outra.
No passado (década de 1930), tivemos no Brasil o caso de Santo Amaro, que foi incorporado a São Paulo.
No entanto, quantos outros casos poderiam ser feitos? Niterói e São Gonçalo, por exemplo.

As regiões metropolitanas, no Brasil, desde a CF 88 ter concedido aos Estados a legislação sobre sua criação, viraram verdadeiros circos. Há casos de regiões metropolitanas em que cada cidade fica a 60 km da mais próxima, ou em que a soma de todos os municípios sequer atinge 200 mil habitantes, ou em que as regiões metropolitanas são maiores do que certos países.
Alto Alegre dista 100km de Boa Vista, sede da região metropolitana (e capital do estado). Rorainópolis e São Luiz (com Z), distam entre si 120 km – e ficam na RM do Sul de Roraima, com espetaculares 52.000 habitantes.
Vale do Paraíba e Litoral Norte, Ribeirão Preto, por exemplo – criadas durante a indi-gestão de Geraldo Alquimista, cada uma com cerca de 15.000 km2, comparáveis com Timor Leste – 14.000km2 e Israel e Eslovênia – 20.000km2, cada.
Sem contar que Jacareí e Bananal, cada uma no extremo oeste e leste da RM do VPLN, distam “apenas” 250 km de Via Dutra.
A RM do Vale do Cuiabá tem “apenas” 75.000 km2, o equivalente à superfície do Panamá. Manaus é “um pouco maior”- sua região metropolitana se expande por 127.000 km2, o mesmo que a Coréia do Norte – isso porque uma decisão judicial retirou dois municípios de sua composição.
Na Paraíba, a região metropolitana de Araruna, tem “gigantescos” 70.000 habitantes, a de Esperança 140.000 habitantes, e a de Cajazeiras 175.000 habitantes (e talvez o dobro de eleitores, não seria de se duvidar).

Resumindo: no Brasil estamos fú e mal pagos. Desde que a pródiga CF 88 inventou que
veador merece salário, assessores, penduricalhos, carros oficiais (com placas pretas), e
que região metropolitana pode ser criada para agradar putados estaduais, independentemente do que diz a geografia da região.

A demo-cracia (o governo do demon) não é linda, no papel?
O contribuinte banca a conta dessa farra com o dinheiro púbico.

 

 

Quanto custa um deputado?

O site Swissinfo fez uma matéria sobre o custo de parlamentares em diferentes países.

Quanto ganham os parlamentares?

Adivinhem.

A Itália tem o mais caro (apesar das famosas “mãos limpas”) e a Tupinambalândia está, na lista, acima de Reino Unido, França, Rússia, Suíça, Portugal…

A Terra Onde Se Plantando Tudo Dá também é o campeão na classificação comparada com os salários médios de cada país. Por exemplo, três vezes mais do que em países de “salários baixos”, como os Estados Unidos.

Isso, é claro, sem contar as mordomias paralelas e o famoso Caixa 2…

 

burcas etc. na Suíça

Não vi a notícia em nenhum site ou portal brasileiro.

Havia primeiro lido em um jornal britânico, o Daily Express, que é o oposto do Guardião dos Sindicatos,

http://www.express.co.uk/news/world/622037/Switzerland-votes-burqa-ban-fine-Muslim-women

e tentei procurar no site em português do Swissinfo (dominado por brasileiros que já foram membros da esquerda caviar, posso afirmar).
Só encontrei, porém, o link na versão italiana.
E a insiro agora.

http://www.swissinfo.ch/ita/divieto-di-dissimulare-il-viso_una-legge-cantonale-anti-burqa-con-multe-salate/41800940

Por que será que os moços da enpreimça se preocupam tanto em esconder que, em alguns lugares, a população tem se precavido contra terroristas e em defesa dos costumes locais?

Parte do bom-mocismo doentio ou a sórdida prática hipócrita da “correção política”?

Os dois, talvez.

E, só para constar, acho que multar é pouco.

Na minha casa, comporte-se com meus costumes. Não venha querer impor os teus.
Finalmente surgem pessoa que entendem esse princípio.

https://boppe.wordpress.com/2015/01/09/relembrando-certas-roupas/

https://boppe.wordpress.com/2010/07/14/a-burca-e-o-veu-islamico-na-europa-e-em-outros-lugares/

https://boppe.wordpress.com/2009/01/12/trajes-nacionais/

 

Nepotismo e “trabalho voluntário”

Há uns dias, li uma matéria sobre com apenas um voto suplente assume vaga – o dela mesma – que foi empossada no cargo, em um municìpiozinho de 1700 habitantes (com prefeitura, secretários, vereadores, carros oficiais, etc. e tal, tudo pago pelo FPM).
A começar que ela tinha se candidatado a pedido do marido, presidente local de um partido de aluguel, para preencher a “cota” de mulheres. Começa daí o absurdo.
Receberá o salário, enquanto o titular também o recebe, durante licença médica. Será que estava mesmo tão doente? Ou era um acordo com o presidente do partido? Isso é tão comum no senado – ficar doente para o suplente financiador da campanha assumir o cargo.

Uns dias depois, li um artigo sobre municípios na “pura e imaculada Suíça”, que dizia que, no país alpino, o governo municipal é composto por cinco membros, dos quais um é o prefeito. Fazia parte do texto as afirmações de

Como é tradição na Suíça, eles exercem seus cargos eletivos no sistema de milícia, ou seja, não são remunerados por isso. Comissões formadas por moradores regulam áreas como a de construção, administração, cultura e lazer ou política. A administração fica a encargo de um administrador profissional, responsável pela coordenação dos funcionários.

Nossa, fiquei arrepiado.
Até parece.
Um amigo que vive atualmente na Suíça (país que sedia a FIFA) já havia anteriormente comentado que é preciso ver comentários elogiosos àquele país com lupa, pois o que se vê não é nada tão voluntário assim, bem o contrário.

Conheci uma estrangeira que vivia em Zurique, há vários anos, que comentou sobre o nepotismo cruzado no país.
Um político arruma um empreguinho público para a filha de um outro político, e esse garante uma vaga para a mulher do primeiro.
Assim se garante a “coesão” entre alemães, franceses e italianos (dizem coesão, mas podem chamar de cumplicidade) .
Suíços têm o dinheiro no coração e a alma no banco.

Que belo exemplo.
Não difere muito do que temos na Tupiniquinlândia. Um deputado de partido de direita do Sul emprega a filha do deputado esquerdista do Nordeste.
Fora isso, uma ou outra “contribuição” de uma empresa para o “trabalho” do político.
Sem contar que sabemos como operam “milícias” em diversos municípios brasileiros.
Assim caminha a humanidade…

Tibete visto por suíços

Tive muitas dúvidas sobre o que escrever para reiniciar a atividade do blogue. Aviões? Ucrânia? Palestinos e Hamas? Oferta de vagas na ABL? Aniversário de um ano de Jorgito de Cambridge? A falta de metrô depois dos jogos que são transmitidos após as novelas?

Deparei-me hoje com um artigo do site Swissinfo sobre a visão de suíços a respeito do Tibete.

Ah, Tibete, aquele lugar maravilhoso, que o lama mantinha em servidão, para que 85% da população servisse a 10% de monges…

Coitadinho do Dalai-Lama,
apesar de viajar só em primeira classe e de ter um séquito de puxa-sacos para divulgar suas verdades (as dele),
nem todo mundo que vai o Tibete fica com a impressão que o prêmio nobel das intrigas e seus cupinchas querem transmitir, do exílio dourado na Índia.

Vale a pena ler a matéria:

Os suíços que não gostam do dalai-lama.

Para quem não sabe, o budismo tibetano é um sincretismo com demonolatria.
O maior dos diabos:  porconalama, o dalai que vive na Índia e tem grana suficiente para muito mais do que você imagina – sobretudo para comprar “imagens de bom-mocismo”.
O “budismo do diamante” pouco se assemelha com outras escolas budistas. O verdadeiro deus dos tiberanos são os demônios para os quais fazem cerimônias

Não fique com dó de quem quer fazer o povo voltar ao regime de servidão e ao obscurantismo.
here, there and everywhere

Sugiro clicar na tag Tibete para ver outros artigos que já escrevi sobre essa região que, polìticamente, é um conceito inventado pelos ingleses que tentavam expandir a Índia pelo Afeganistão, de um lado, e chegar à China, do outro.

Novas unidades administrativas (no Brasil); menos unidades administrativas (na França)

Na contra-mão dos países europeus, que têm reduzido o número de municípios (Suíça, Alemanha, Dinamarca, …), e agora também de regiões administrativas  (França), o cãogresso brasileiro aposta no quanto pior melhor (para eles, é claro).

Após o veto presidencial ao projeto de lei que criaria mais 700 zilhões de municípios (para dar empregos e boquinhas a políticos, aprendizes de-putados), aqueles caras que parlamentam o dia todo sobre “se é bom para mim, que se danem os brasileiros” decidiram refazer o projeto, e o aprovaram. Falta o grupo de em-senis-há-dores ajustar as alterações feitas pelos putados.

Imaginem se eles gostariam de imaginar na redução do número de unidades político-administrativas, parasitárias do Fundo de Participação de Municípios?
Claro que não, os que são inviáveis ou dispensáveis que se multipliquem em escala geométrica.

E assim caminha o Brasil, sempre dando decisivos passos para a avacalhação total da economia e o desperdício de impostos – tudo em favor da classe política.

Não duvido que daqui a pouco tempo votem em uma alteração, elevando o número de putados fedem-mais dos atuais 513 para 2000, e o número de em-senis-há-dores de 3 por estado para 5, com o inevitável efeito cascata nas assembléias estaduais e nas camas de roedores.

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