Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘transporte’

mobilidade

Mobilidade, palavra que inventaram para substituir o tradicional transporte coletivo, já que leva em consideração toda a massa humana que precisa se deslocar a pé, por falta de ônibus ou trens, encontra uma justificativa nos gentis putados da assembléia legislativa do Paraná:

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/gastos-de-deputados-com-combustivel-pagaria-transporte-de-17-milhoes-de-pessoas-por-seis-meses-8gealktfkj34ans1fjf9aaler

Isso só no Paraná.
Imagine nos outros estados – aqueles que já faliram e os que também estão no buraco
Imagine o gasto nas prefeituras, com as camas de veadores cheinhas de carros novos,
com placas pretas, para não serem multados.
Imagine o gasto no cãogresso fedemal?

Entendeu por que o ônibus que você espera passou lotado?Que bom que pelos menos “nóçus” representantes dispõem de transporte decente.
Na Europa, teriam de usar o bilhete mensal

Não custa lembrar que no Império e na República Velha, os representantes do povo pagavam pelo próprio aluguel para exercer o mandato.
Juscelino, pai das grandes corrupções com empreiteiras, e inventor do desvio de dinheiro da Previdência, criou o auxílio-moradia…

 

 

ecologia, sustentabilidade, etc..

Isso já circulou pela internet e agora também pelo whatsapp.

Vale a pena ter em mente:

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio.

– Você está certo – respondeu a senhora. Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro, a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões de casa.
Não nos preocupávamos com o ambiente. Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.
Os filhos menores usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como não sei
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós. Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Recarregávamos nossas canetas com tinta inúmeras vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora aparelhos descartáveis, quando a lâmina perdia o corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.
Havia só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites no espaço para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é crível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época!

Agora que você leu esse desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade, e para os jovens que tem tudo nas mãos e só sabem criticar os mais velhos!!!

Trens e jornalismo

Naquele jornal cuja redação fica na antiga Boca do Lixo, atualmente Crackolândia, encontrei uma notícia, dessas que apenas quer vir com a ideologia de que privatizações são ruins.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/06/1779736-alckmin-negocia-privatizar-linhas-nobres-de-trens-de-sao-paulo.shtml

Escrevi para alguns amigos:

as linhas 8 e 9 são as da SOROCABANA, que um dia virou fepasa.
não têm nada em comum com a Central do Brasil e a Santos-a-Jundiaí
que eram rffsa, e sempre mamaram nas tetas do governo fedemal

inclusive quando há greves, não são coincidentes, pois elas têm “cinicatos” diferentes.

no tempo em que as ferrovias foram construídas, e funcionavam,
todas eram da iniciativa e gestão privada
depois que foram estatizadas, viraram pó de merda

não sei porque perco meu tempo lendo a falha…
é que notícias do uol jogam o leitor para nutiças izquerdopatas…

Um amigo, que há mais de 30 anos trabalha no setor de transportes, me esclareceu:

São desinformados sim. As obras que envolvem as linhas 8 e 9 vão além do extensão da 9 até Varginha. Há outros projetos:
1. A 9, ao invés de virar à esquerda para terminar em Osasco, viraria para a direita até uma nova estação Lapa, que integraria as linhas 8, 9 e 7 que vai até Francisco Morato. Como você sabe, hoje há 2 estações Lapa uma para a 8 e outra para 7 e 9.
2. A curva para a esquerda da 9 ainda seria feita por uma linha semi expressa Pinheiros  (Metrô linha 4 ) Itapevi passando pelas estações principais dos municípios.
3. Haveria linha expressa Barra Funda – Francisco Morato Morato, passando pela nova Lapa.
4. As ferrovias do trecho – Lapa Barra Funda seriam afundadas para melhor inserção urbana. As linhas expressas  só podem ser implantadas com a eliminação das (ainda) existentes passagens em nível.
É obra que não acaba mais. E o jornalista só se pega na palavra ‘privatização ‘.

Pois é, bons tempos quando o país acreditava que havia empreendedores. Isso nos tempos de Pedro II.
Depois, os “res publicanos” gostaram de aproveitar as tetas do governo para tudo.
Estatizaram tudo o que podiam e o que não deviam.
Hoje em dia, além de pagarmos muito caro por esse erro, ainda temos de engolir as deformações de uma enpreimça comprometida desde a fakú.

E, apesar do buraco em que nos metemos, há quem caçoe que os “ingleses dirigem na contra-mão“.

Em tempo:  os trens da iniciativa particular funcionavam antes de um ditador fascista meter as patas, e depois militares ditos nacionalistas intensificarem a burrice. Sem deixar de mencionar um sorridente kudichques que destruiu o transporte sobre trilhos, para beneficiar montadoras de carroças.

A nova classe trabalhadora

Na sexta-feira, conversei com um “jovem” de 31 anos, formado em Propaganda e Marketing.
Nunca trabalhou na área – ó mundo cruel.
No ano passado, fez trabalhos de corretagem de imóveis, e gastava lindos ternos e gravatas, além de precisar estar sempre com o tanque do carro cheio, para levar os “interessados” para visitar os imóveis.
No tempo em que ficou nessa in-atividade, conseguiu realizar uma transação, e ficou não sei quantos outros meses com o dinheiro da mamãe, que lhe envia regularmente dinheirinho para o “menino” se manter, e a casa (dela) onde ele mora.

Descobri em novembro, que ele estava “no desvio” (como minha avó chamava os desempregados), porque, durante uma conversa, a namorida dele sugeriu que ele fizesse uma viagem, para “desestressar”.
Falei com uma conhecida que é dona de livraria, e ela disse que precisava de empregados temporários, para o período nata / novo ano letivo. O “menino”  foi entrevistado e passou a receber R$ 900,00 mensais, mais o tal vale-transporte e o vale-alimentação.
Ele gostou e começou o trabalho. Gostou do ambiente, dos colegas, e das tarefas na livraria. Mas a namorida não gostou. Trocou um namorido que usava carro e terno, por um sujeito “sem ambição” que usava ônibus e trabalhava de jeans e camiseta branca. Ela, como eu sabia, tinha uma ocupação muito mais “atuante” – era recepcionista de academia de ginástica!

Bem, ela começou a dormir com macacão de jeans, brigaram, ela foi embora, e nos três dias seguintes ele não foi ao trabalho. A dona da livraria tentou falar com ele, mas não conseguiu. Ele estava ocupado demais chorando.
Por fim ele apareceu, se lamentando que na partilha dos bens a ex-namorida ficou com um dos cachorros, e em seguida pediu demissão do emprego.
O que vai fazer agora? Nada. Viver pendurado no dinheiro da mãe e no amor da avó (que mora perto).
Vai estudar para todos os concursos que existem na Terra (que os alemães muito apropriadamanete chamam de Erde). Isso dá status.
Ele disse que precisa de “estabilidade”. Que trabalhar em empresa é muito “instável e arriscado”.
Eu sugeri ao “menino” que leve o colchão para a frente da casa e ponha fogo nele, para se livrar dos maus espíritos que a namorida deixou lá.

No início da noite do sábado, reencontrei um nem-nem.
Tem 26 anos, é formado há três anos em engenharia mecânica, e nem estuda nem trabalha. É concurseiro.
Disse que prestou há uns dias um concurso, mas o salário é muito baixo: apenas R$ 4.000,00.
Papai e mamãe, vovô e vovó bancam todas as despesas do engenheiro. Uma pena que eles não soubessem que engenharia mecânica não tem mercado de trabalho em Brasília, pois as indústrias de subornos estão com os quadros de servidores completos.
E nem pensar em morar em se aventurar a morar em outra cidade, longe daqueles que são dependentes afetivos do rapaz! (Pais e avós são devidamente chantageados por esse tipo de filhinhos, e tornam-se dependentes.)
Eu lhe sugeri que procurasse emprego no gabinete do senador Delcídio Amoral, para analisar projetos de construção de pontes e vias expressas no curral eleitoral no Mato Grosso do Sul. Ao menos estará na atividade de engenharia.

Mais tarde, no mesmo sábado à noite, em uma reunião de amigos, havia um garoto que acompanhava os pais, e soube que ele vai prestar vestibular para engenharia, e depois se mudar para Suíça, onde pagam melhor. No meio da conversa, ele mostrou que os conhecimentos do vestibulando levam-no a pensar que Bois nos Ares ficasse no Mexe-ku. Afinal de contas, com diz o pai, injenhêru num priciza di jografia.

Isso tudo me fez lembrar de minha vida quando eu estava na fase de conclusão da faculdade.
Eu fazia um estágio no INPS, durante a manhã, onde ganhava MEIO SALÁRIO MÍNIMO. Não havia nem essa bobagem frescurosa de vale-alimentação, nem vale-transporte, nem alguém jamais chegou a cogitar que houvesse essa anomalia de “passe livre”. Quando eu saía desse estágio, parava em uma padaria, comia alguma coisa, e ia para o outro estágio, onde recebia mais MEIO SALÁRIO MÍNIMO. Como eu estava bem, comparado com muitos dos colegas da faculdade!
Passados seis meses, o pessoal do segundo estágio me ofereceu um cargo de auxiliar técnico, em regime de 8 horas, e eu ganhava 3.200 patacas (não sei qual era a moeda daquela época, merréis, cruzetas, libras brazucas, …), que equivaliam a quase US$ 300!!! Eu era um milionário! Hoje em dia, corrigindo a inflação de 326% deixada ao mundo pelos presidentes mau-cárter, bushão, pinton, bushinho e obanana inflação aquele dinheiro equivaleria a US$ 1.244, que transformados em patacas ir-reais dariam cerca de R$ 4.960,00.
Sem incluir os infames vale-transporte e auxílio-alimentação, a que eu teria “deretchu”.

Como vêem, o MUndo MUdou MUito nestes 40 anos.
Para pior, é claro.
E os nem-nem ficam em casa para estudar para concursos, afinal de contas, essa laia de empregados públicos, que não gera nada exceto despesas, tem estabilidade… Vide a Grécia!

A nova cráçi trabaiadôra quer muito status, todos os deretchus, mas não gosta de enfrentar um buzão cheio, ou ganhar menos de cem mil dólares por semestre (para ter grana para gastar em uma viagem no semestre seguinte).

Como dizem os alemães, que Erde…

Vereador de ônibus

Em Londres (e outras cidades inglesas), prefeito e vereadores são obrigados a utilizar o transporte público.

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2013/08/1324221-prefeito-e-vereador-de-londres-ganham-vale-transporte-em-vez-de-carro.shtml

Na Tupiniquinlândia, essas ótóridades ganham nababescos salários, só usam automóvel oficial com motorista (ônibus, só se estiver acompanhado de 20 assessores e 40 jornalistas, em época eleitoreira), e ainda fazem legislações contra a melhoria do transporte público, como a proibição do UBER.

Pior que ainda são aplaudidos por sindicatos da pior escória, como os que na semana passada realizaram paralisações nos ônibus de todo o país, para exigir que todos os ônibus tenham cobradores.
Por que não também cobradores em trens, metrôs, aviões, navios, … ?
Os outros países é que estão errados, é claro!

God Save the Queen!

Atrasado não são os monarquistas, mas esses rés-pubicanos de baixíssimo grau. (rês, rés e ré)

Bondes e Uber

Ontem, ouvindo a BandNews Fluminense, um professor de História contou que quando ocorreu a inauguração, no Rio, dos bondes puxados por burros, o “sindicato” dos donos de carruagens e tílburis veio com uma papelada para impedir a viagem.
Pedro II, que ia viajar no bonde, simplesmente pegou os papéis, pôs no bolso do casaco, e literalmente mandou tocar o bonde.
Hoje em dia nossos governantes colocam outras coisas em seus bolsos (meias, cuecas, …), e além de colocarem também outras coisas em nós, pagadores de impostos.
Maldita quartelada de 1889.

Ah, o professor também contou que os bondes eram americanos, e os burros vinham de Sorocaba, pois os burros cariocas eram preguiçosos demais para puxar a máquina.

Mais tarde, quando os burros começaram a ser substituídos por bondes elétricos, houve de novo protestos, inclusive com Machado de Assis do lado dos que queriam a manutenção dos animais na frente e dentro dos veículos.

Qualquer semelhança com a briga Uber e táxis, hoje em dia, não é mera coincidência.

Consciência ambiental

Reproduzo uma mensagem de internet, que já recebi anteriormente:

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer as suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

– Você está certo – responde a velha senhora – a nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.

A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência de cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas dos bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como ?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador de relva que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas,  ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas apanhavam o ônibus ou o bonde e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não quer abrir mão de nada? e não pensa em viver um pouco como na minha época?

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Agora que você já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade , e também para quem tem tudo dado de bandeja e só sabe criticar os mais velhos.
Afinal de contas, o mundo só existe desde que ele ganhou o primeiro i-Phone.
Ainda bem que essa turma que inventou o mundo só se preocupa com o meio ambiente, pior se fosse com o ambiente inteiro.
Aproveito para incluir link para financiamentos em estudos ambientais.

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