Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Varig’

grandes caloteiros

Nenhuma surpresa ao ver a lista divulgada com a relaçåo dos maiores caloteiros do FGTS, publicada no jornal Gazeta do Povo.

Dela constam as empresas aéreas que quebraram (e outras ainda por quebrar), as demonîacas casas de misericórdia, os clubes de futebol, faculdades particulares, e aquele câncer que corrói as entranhas do país, os chamados municípios.

Esporte, o ópio do povo. Basta ver essas dívidas e a canalhice da construçåo de estádios para a copa do imundo.
Prefeituras, a escola de gângsters que apodrece as demais instituiçøes federativas.
Santas casas de administradores preocupados com o enriquecimento, e a saúde financeira de suas famílias, gerindo as entidades pilantrópicas.
Izkolas que vendem canudos no país dos dotôs.

Realmente, quem me conhece, sabe há quantos anos venho falando dessas máfias…

Interessante é ver que a caixa econômica fedemal patrocina essas entidades såo os grandes caloteiros.

 

Anúncios

Propagandas de turismo

O Brasil está indignado  com a atitude de há-trêtas e de turistas, que ab-usam do clichê de turismo sexual no Rio de Janeiro, agora durante as piadas de 2016.

Bem, quem foi que durante décadas, décadas e décadas exibia como cartazes de propaganda paisagens de bundas, bundas e mais bundas, desfilando nas praias ou no carnaval, ou nas ruas? Rio de Janeiro e Nordeste eram sinônimos de turismo sexual.

Certamente não foi a Noruega, nem a Índia, nem o Níger.

Bastava entrar em uma agência de turismo, de passagens aéreas, em uma embaixada ou um consulado brasileiro, e o que se via era a “exuberância” da “paisagem natural”.

O turismo colhe o que plantou. Prostituição, pedofilia, tráfico de pessoas…

Obrigado, dona Embratur, por ter colocado o Brasil na mira dos tarados.

Difícil é agora convencê-los de que os valores do país evoluíram.

 

 

 

Aconteceu comigo em um vôo

Uma vez (faz tempo!!! – dá para notar!), eu estava em um vôo da Varig de Brasília para São Paulo, que já tinha saído atrasado.
Na altura (literalmente na altura) de Ribeirão Preto, o comandante avisou que o avião faria um pouso de emergência, porque não dava para prosseguir a viagem naquela aeronave.
Algumas pessoas que estavam a bordo começaram a fazer os típicos escândalozinhos.
A fulana que estava a meu lado disse:
– E se o avião cair?
Eu respondi:
– Nós morremos e eu vou ficar sem saber como termina este livro.
Continuei a ler.

Depois de pouso, uns idiotas queriam chamar a rede bobo e a polícia federal, como se eles fossem consertar o defeito.
Apareceu outra aeronave e seguimos a viagem para Cão-gonhas.

Palavras da saúva ação.

Nuvem de tags