Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘whatsapp’

Circula no whatsapp (2): assédio

Recebi fotos de uma moçoilas preparadas para o carnaval.
Prefiro não compartilhar os rostos dessas figuras,
(podem acusar de invasão de privacidade)
mas menciono os cartazes que ela portavam nas fotos:

Não sou pavê

Uber Pool
pego você e seus amigos

Não uso fantasia,
apenas realizo!

Lavo e Passo
Cuzinho não

Me atiro no pau do gato

Estrago a pessoa amada em 3 dias

A única diferença entre eu e o mosquito
é que ele para de chupar quando leva tapa.

Não lavo nem passo,
só cuzinho.

Mostrei as imagens para meu círculo de amigos (e amigas) e as respostas foram:

  • Depois reclamam dos homens,
  • Nem se vendem. Dão simplesmente porque precisam mostrar na internet pras ‘migas.
  • Aí depois querem pagar de moralistas contra o assédio.
  • Depois aparecem na tv pedindo respeito.
  • Tem horas em que acho que quem era para ir pro céu já foi, e nós ficamos no inferno

 

P.S. Explicaram-me, depois, que são fotos do carnaval de Ouro Preto, famosa cidade universiotária de minas.
Ainda bem que eduação é uma prioridade do país e dos paiseiros.

Circula no Whatsapp (1) – Pabllo Vitar

O problema de Pabllo Vitar não é a sexualidade, é o talento mesmo.
Porque para ser ruim ele teria que melhor muito ainda.
Chamar de homofobia a não aceitação dele pela maioria das pessoas
é esquecer-se de artistas como Cazuza, Cássia Eller, Ney Matogrosso,
Renato Russo e Freddie Mercury, que mesmo sendo discriminados pelo fato de serem gays,
sempre foram reverenciados pela maioria, porque o talento era indiscutível.
Mas oferecer música boa para essa geração é igual a dar caviar para urubus:
eles sempre preferirão a carniça.

Contas não fecham

Montesquieu se equivocou quando falou de igualdade e harmonia entre os poderes.

 

Imagem

os nenéns do enem

Já leu?

 

 

10 regras para ser feliz

Recebi via whatsapp um vídeo que está no site Japão em Foco:

10 regras para ser feliz até os 100 anos.

Muito interessante, mas a realidade de Okinawa não condiz com a brasileira.

Aqui, seríamos mais felizes se os políticos corruptos praticassem o seppuku (harakiri) em público, como orienta o conceito nipônico de honra.

Também teríamos menos medo, se soubéssemos que os presos estariam trabalhando, em silêncio, ordenando suas coisas e obedecendo regras, que não tem os “saidões” para visitar a mãe que matou, ou o pai que nunca conheceu, ou curtir o carnaval, …  – coisas da nossa demoníaca demo-cracia dus deretchus.

Essas duas alterações na vida dos brasileiros contribuiriam sobremaneira, para que os habitantes da Tupinambalândia se sentissem mais felizes.

Enfim, as 10 regras têm muito a ver com a religiosidade tradicional, misto de budismo e xintoísmo, em que prevalece o respeito.

Não é como aqui, onde o que conta é c0nseguir o perdão, depois de obtidos por meios fraudulentos os resultados desejados.

 

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