Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘WWF’

WWF ou …

Alguma vez eu elogiei ONGeiros e ecochatos?

Claro que não…

Pois é…

WWF é acusado de cumplicidade em abusos contra pigmeus em Camarões

Melhor trocar a sigla de WWF por WTF!

e pensar que há tupinambás que doam dinheiro para esses ONGeiros…

O inferno se enche da boas intenções e de dinheiro.

 

 

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Precessão

Precessão, uma invenção do diabo para contrariar jornalistas, analistas, eco-terroristas, ONGeiros, políticos e seus seguidores.

Cuidado, se alguém chegar perto de você e falar de Milutin Milanković, de paleoclimatologia, e outras coisas do tipo, fuja logo!

Ele está tentando fazer você se informar de que a física dispõe de muito mais informações do que a cultura do terror que grandes empresas, como greenpiss, ww(t)f e outras associações disseminam por aí.

2014 não foi o ano mais quente – talvez apenas o ânus mais quente para esses de-formadores de conhecimento e opinião.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Varia%C3%A7%C3%A3o_orbital

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Previsão do tempo

Há uns dias, no super-mercado havia um quiosque em que estavam desovando revistas velhas, para tentar conseguir assinantes para a editora.
Recebi um Bobo Rural (que faz oposição ao Urbano Ischpérto), do início deste ano.

Matéria interessantíssima e acertadíssima disse que:
Vem aí El Niño.

blablablablablablabla

Termina:
Vem aí um período chuvoso melhor que nos anos anteriores.

Esqueceram de avisar São Pedro e as represas.

Enquanto isso, os jornais do último fim de semana destacaram o alerta da ONU sobre o aumento da temperatura em 2100.

Se os pseudo-cientistas não conseguiram acertar a previsão do tempo para seis meses, imaginem se podemos acreditar no que eles dizem para daqui a 86 anos!
Sem contar, que nenhum de nós, nem as crianças, estaremos vivos naquele ano, para podermos comprovar ou negar o que os sabichões afirmam.
É só tertúlia flácida para bovino receber a visita de Morfeu.
Ou, nada como inventar catástrofes para vender políticas “alternativas” que mantêm os mesmos nu pudê.
As mesmas pessoas que estão na WWF são grandes sócias de empresas petroleiras e de mineração.
Não esqueçam disso.

Charles of Wales, again

Esta semana o OB de Camila da Cornualha falou sobre mudanças do capitalismo, e fez suas ameaças eco-terroristas, e ninguém nessa coisa chamada enpreimça questionou as palavras de Sua Alteza Real.

Claro, desta vez o herdeiro disse o que jornalistas (e a esquerda) gostam de ouvir.

Só esquecem que WWF é uma empresa da família Windsor-Mountbatten, e que a mesma tem ações em MUITAS empresas de mineração espalhadas pelo mundo afora. Inclusive na AmazONGuia.

 

Hora do planeta

Todos os anos a mesma patacoada. Em um determinado sábado, as luzes de monumentos são apagadas por uma hora, para “conscientizar” os ecobobos da necessidade de economizar energia, segundo a asquerosa ONGeira do WWF. Pedem para as pessoas manterem as luzes de suas casas apagadas…

Por que não fazem alguma medida mais séria? Exemplos:

Desligar todas as emissoras de televisão por um dia inteiro;

Desligar todas as estações de rádio naquele fim de semana;

Deixar de imprimir jornais que só vendem sensacionalismo e manchetes vazias como notícias;

Desligar todos os metrôs e ferrovias do mundo;

Interromper todas as fábricas do planeta (sobretudo aquelas indústria de minérios ligadas aos donos da WWF) por uma semana inteirinha.

Proibir a circulação de todos os veículos (inclusive os movidos a tração humana).

Só como alguns exemplos.

Que falta de consciência desses eco-terroristas… Ou é apenas uma encenação barata para justificar o dinheiro que circula por essas ONGeiras?

A Copa de 2014

Este mês os brasileiros irão ficar de queixo caído, babando de inveja, com os estádios sul-africanos, perguntado-se: “Mas até lá os estádios são assim bonitos?”

De repente, no país da arquitetura mais maravilhoso da galáxia, dos decacampeões de futebol, de Pelé, Garrincha e do Maracanaço, o povo vai perguntar: “E nós vamos ter de abrigar a Copa de 2014 com nossos estádios furrecas como os que temos?”

Daí haverá todo um debate que irá ao Congresso Nacional, aos Tribunais de Justiça, ao STJ e ao STF, ao Tribunal de Contas. Mas logo haverá o impasse do IPHAN. “Lógico que o Maracanã tem valor histórico e não pode ser demolido nem remodelado.” Discussões com a FIFA, o Ricardo Teixeira consegue que Ivo Pitanguy faça cirurgias plásticas nas famílias de todos os conselheiros do IPHAN e eles decidem voltar atrás na decisão. Galvão Bueno e Zagallo também ganham suas plásticas, mas ficam irreconhecíveis para os telespectadores, pois as cordas vocais são afetadas durante o processo de anestesia.

Outro obstáculo: IBAMA / ICMBIO descobrem que a grama utilizada é uma espécie rara, em extinção, que tem de ser preservada. Grinpiss, WWF, SOS Mata Atlântica e outras organizações financiadas com verbas governamentais fazem passeatas para impedir a substituição dos velhos estádios brasileiros, afinal de contas, o conforto do público importa muito menos do que o habitat natural dos pulgões, ratazanas e baratas que moram nos palácios do futebol.

Dezembro de 2013 chega e tudo está emperrado. A solução é terceirizar a Copa de 2014 para o Paraguai, para felicidade das empreiteiras brasileiras.

Hidrovia e falsos indígenas

Há algumas semanas eu escrevi sobre críticas que impedem a construção da Hidrovia Araguaia – Tocantins – Rio das Mortes.

Pois há outra hidrovia em perigo há muito mais tempo: a Paraná – Paraguai, que já funcionava desde o tempo dos bandeirantes.

Por que?

Nossos amigos da WWF conseguiram, há alguns anos, convencer promotores do Ministério Público do Mato Grosso de que índios guatós, descobertos no extremo-sul daquele estado, correm seríssimos riscos de perderem sua identidade cultural se a hidrovia existir. O processo ainda se arrasta com recursos no STF, depois de ter sido perdido no STJ.

Quem são os índios guatós?

Dezenove famílias que foram encontradas na região pantaneira, de uma tribo que se considerava extinta, identificadas por sensibilíssimos testes antropoilógicos realizados pela Universidade de Michigan, mas certamente nenhum de DNA, já que a mulher do pajé, ruiva natural, não costuma fazer parte do fenótipo a que estamos acostumados de indigenidade.

Eles certamente fazem parte da turma de ecochatos naturebas que asssiste televisão, que toma refrigerantes, veste jeans, etc.

Mas que não admite que nas proximidades exista uma mina de manganês brasileira chamada Urucum, nem uma mina de ferro boliviana chamada Mutum.

Por isso, incomoda-lhes também que funcione a Hidrovia Paraná – Tietê (que não tem ligação com a Paraná – Paraguai, dada a existência de uma Itaipu entre elas), como interposto no processo junto ao MPF-MT.

Muito estranho, não é mesmo?

Bem pouco ecológico, e bem típico daqueles países desenvolvidos que já subiram e que arrancam a escada para que outros não possam fazê-lo.

Curioso (e pior) é ver quantos jornalistas brasileiros endossam a campanha contra as hidrovias. Realmente elas causaram imensos estragos na Alemanha, por exemplo, não é mesmo? [Onde está o ponto de ironia no teclado?]

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