Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Rio em Guerra

Recebi pelo whatsapp esta mensagem, que considero merecedora de ser fixada no blogue.
Desconheço a autoria.

Rio em Guerra I:

A rede de lojas Magazine Luiza, cancelou a abertura de 10 mega lojas no Estado do Rio, o motivo é o aumento assustador do roubo de cargas na região e o aumento exponencial da violência.

Rio em Guerra II:

A fabricante de cosméticos L’Oréal encerrou sua fábrica e o centro de distribuição no Rio de Janeiro e transferiu tudo para SP. O motivo é o aumento do roubo de carga e dos constantes tiroteios próximo a sua fábrica no bairro da Pavuna.

Rio em guerra III:

Muitos cantores estão com um forte esquema de segurança para se apresentarem no Rock in Rio, o que elevou os custos operacionais da empresa que faz o evento. Dizem as más línguas que esse poderá ser o último festival, caso o Rio não dê jeito na segurança.

Rio em guerra IV:

As lojas Americanas já pensa em fechar seu centro de distribuição no Estado e levar para SP, o motivo também é o aumento do roubo de cargas e dos constantes Tiroteios.

Rio em Guerra V:

A Pacheco já pensa em fazer o mesmo, o motivo são os constantes roubos de cargas, tiroteios e o aumento em 100% do seguro para transporte de medicamentos.

Rio em Guerra VI:

Os correios preparam um aviso, onde cerca de 30 bairros irão deixar de receber cartas e encomendas, o motivo seria um aumento do roubo de cargas na empresa, que chega a praticamente a 5 caminhões por dia, segundo fontes.

Rio em Guerra VII:

Grandes redes de supermercados como o Prezunic e Guanabara, começam a adotar esquema de guerra para a segurança de seus caminhões, para se ter uma ideia, a rede Guanabara está transportando suas mercadorias em Comboio de 5 caminhões e com escolta armada, o mesmo vem fazendo o Prezunic, em 40% deles sem sucesso, com isso o consumidor já sente um aumento de 40% nos produtos, tais como ovos, feijão, arroz, frango, carne e enlatados.

Rio em guerra VIII:

Segundo fontes minhas a Rede Globo encomendou veículos blindados para cobertura da violência do Rio, repórteres estão fazendo treinamento de guerra para se safarem em caso de tiroteio. A situação é tão crítica que bairros como a Pavuna nem o helicóptero da emissora está conseguindo chegar perto, em virtude do alto risco de tiros de armamento ponto 50.

Rio em Guerra IX:

O roubo de carro no Rio disparou e alguns modelos já não terão seguro no próximo ano, em alguns bairros o seguro já aumentou em até 70% para veículos de mil cilindradas.

Rio em Guerra X:

Empresas de ônibus já ameaçam parar de rodar em cerca de 45 bairros e 7 municípios, o motivo seria os constantes ataques a coletivos nessas regiões.

Rio em guerra XI:

As forças federais de segurança já ameaçam sair do Rio, sem efeito nenhum contra o crime organizado, os homens das forças federais não intimidam mais ninguém, onde até tiros são disparos para dentro dos quartéis do exército. Dependendo do local onde o quartel do EB fique, nem o sentinela tem autorização para ficar no muro, para não atrapalhar o movimento do tráfico, caso desobedeça tiros podem ser disparados para dentro do quartel.

O Rio está em guerra.

É. Cada lugar elege quem quer e colhe os frutos correspondentes.
Durante décadas.

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o prêmio nobel da paz

Encontrei essa matéria sobre a desqualificação da premiada nobelizada Aung San Suu Kyi, devido às lutas étnicas e religiosas entre budistas e muçulmanos na Birmânia (duas das religiões da paz, como elas se proclamam…). Agora ela não serve mais aos objetivos dos “formadores de opinião” da “civilização ocidental”.

Ai, que tédio, já comentei várias vezes sobre essa farsa do prêmios ignóbeis da paz.
É só checar na tag.
https://boppe.wordpress.com/tag/premio-nobel/

 

o fotógrafo

Li, dando gargalhadas, a notícia de que milhares de pessoas caíram no conto do fotógrafo, ou no conto da onu, ou no conto do jornalismo, ou no conto das redes sociais.

Como ruiu a história do falso fotógrafo da onu que enganou jornalistas, mulheres e 120 mil seguidores no instagram

onu é sinônimo de seriedade? KKKKKKKKKKK

jornalismo é atividade de gente ónésta, preocupada com o facto e não com o impacto da notícia que vende mais?   rsrsrsrsrsrs

a enpreimça aparelhada partidàriamente merece crediblidade? nonononono, menos ainda se for empresa pública

rede çossiáu é lugar de seres pensantes? hahahahahahaha

e por fim, como já comentei anteriormente , mais um uma vez:

uma imagem mente mais do que mil palavras.

(o cinema, sobretudo aquele “engajado”, que o diga.)

 

Lady Di

Encontrei ontem esse link, que fala de um casal de jornalistas franceses que por outros motivos estiveram no mesmo hospital para onde foi levada, há 20 anos, a famosa Lady Di.

The New York Times: My Princess Diary. http://google.com/newsstand/s/CBIwx-WM8TU

Quando Diana Spencer morreu, confesso que fiz parte dos trilhões de pessoas que pelo mundo ficaram tristes.
Realmente foi triste.
Mas, agora, passados vinte anos, a imagem que tenho da mãe do William e do Harry of Wales não é nada positiva.
Mulherzinha chata!,
sempre se lamentando, adorando se fazer de vítima.
E o pai do filho ruivo?
E o amante egípcio?
Ela também fazia cara de vítima com eles?
Nunca se entrosou com a família Windsor.
Ninguém ia com as fuças dela.
Nem o marido, nem o sogro, nem a avó do marido, …
A outra, a substituta que deveria sempre ter sido a original, no final da história foi a pessoa que trouxe senso de humor dentro daquela família tão distante.
Lógico que jornalistas, “historiadores”, ongueiros, artistas, e toda essa laia de oportunistas sente saudade do tempo em que faziam mil fofocas, e até hoje ganham bastante dinheiro explorando o mito da nossa senhora das aparências.
– Diana, ouvi dizer que as pessoas com menos de 30 anos não dão a mínima para o fato de você ter morrido.
Eu acho que rejuvenesci
Faço parte desse grupo.
Vamos chorar pelo que pode ter valido a pena.
Certamente não se incluem na relação Diana, os Kennedys, a peronzinha a evitar, e tantos outros mitos de pés de barro sujos no esgoto.
Vamos nos lamentar por gente que era sincera e autêntica. Não por essas figuras pré-fabricadas.

O refrigerante

Ontem à noite, lembrei de fazer novamente o teste:

disse ao caixa de uma lanchonete que queria meio litro de refrigerante e cinco reais de troco.

Ele não fez cara de espanto!

Não foi preciso traduzir a ele que meio litro é aquilo que hoje em dia chamam de quinhentos eme eles.

 

 

1871 e 2017

Recebi por whatsaap este texto, cuja coerência e fundamentação já comprovei em muitos livros sérios.

Em 1871, a Imperatriz Teresa Cristina doou todas as suas joias pessoais para a causa abolicionista, deixando a elite furiosa com tal ousadia. No mesmo ano A Lei do Ventre Livre entrou em vigor, assinada por sua filha a Princesa Imperial Dona Isabel.

Oficialmente, a primeira grande favela na cidade do Rio de Janeiro, data de 1893, 4 anos e meio após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos.

José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.

A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.

D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos. O Parlamento sempre negava o projeto de lei, pois muitos tinham influências diretas ou indiretas com os grandes cafeicultores escravocratas. Se tratando de uma MONARQUIA CONSTITUCIONAL PARLAMENTARISTA, o imperador não tinha o poder para decretar leis sem aprovação da maioria do parlamento.

Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.

Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.

Pedro II criou uma cota para negros alforriados ingressarem no Colégio Pedro II e nas Faculdades. Essa cota não foi aprovada pelo parlamento, porém Pedro II tirou de seus próprios proventos a garantia da cota. No período de 1872 e 1889 centenas de ex-cativos se tornaram médicos, advogados, engenheiros… Graças a chamada “bolsa do imperador”.

O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.

Aumento do próprio salário??! O Imperador esteve no trono brasileiro por 50 anos. Mas nunca aceitou aumento na sua dotação, isto é, o salário. Quando morreu exilado em 1891, não havia acumulado riqueza alguma. Faleceu em um modesto quarto de hotel de 3 estrelas em Paris que era pago por um grande amigo, o Barão de Loreto.

Suas últimas palavras foram: “Deus que me conceda esses últimos desejos—Paz e Prosperidade para o Brasil.” Enquanto preparavam seu corpo, um pacote lacrado foi encontrado no quarto com uma mensagem escrita pelo próprio Imperador: “É terra de meu país; desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria”.
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Fonte: Diário Pedro II (Acervo Museu Imperial Petrópolis RJ), IMS RJ, Real Gabinete Português RJ e Biblioteca Nacional RJ.

Comparando o currículo e os atos públicos e pessoais do Dom Pedro II, com os principais políticos atuais, o Brasil, regrediu dràsticamente.
Recomendo a leitura de Um Reino Que Não Era Deste Mundo,  para entenderem a quartelada de 1889, sob o ponto de vista de um historiador que não é chapa-branca, como a maior parte do que é ensinado nas escolas.

a trequinologia

Encontrei esse artigo sobre trequinologia (trecos)

https://tecnologia.uol.com.br/listas/9-tecnologias-dos-anos-1990-que-sao-desconhecidas-por-criancas-de-hoje.htm

e repassei-o à minha lista de amigos.

Concordaram com os comentários que foram postados por leitores do : o artigo parece ter sido escrito por criança de hoje.

Não é por nada, não, mas toda a tecnologia dos anos 90 funcionava e atendia às necessidades das pessoas.

Não foram poucas as pessoas que afirmaram que em suas casas têm todas aquelas “peças de museu” –  em pleno funcionamento.

Por exemplo, é difícil explicar para quem ouve música (música?) em fones no metrô, que um CD tem uma qualidade de som incomparàvelmente melhor.

Algumas coisas do século XXI até podem ser práticas, mas não necessàriamente são melhores ou mais úteis.

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