Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘eleições’

partidos políticos

Existe um mito mentiroso disseminado na tupinambalândia, que afirma que nos países desenvolvidos há apenas dois ou três partidos políticos.

Que tal checar as listas da wikipedia em inglês?

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Australia

https://en.wikipedia.org/wiki/Political_parties_in_Belgium

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Canada

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Denmark

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_France

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Germany

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Italy

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_the_Netherlands

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_New_Zealand

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Spain

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Switzerland

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_the_United_Kingdom

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_the_United_States

E a lista de outros países, próximos ao Brasil, em termos geográficos ou de expressão:

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Argentina

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Chile

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_China (partido único, como sabemos)

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_India

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Portugal

https://en.wikipedia.org/wiki/Political_parties_in_Russia

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_South_Africa

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Uruguay

E finalmente a lista de partidos na república centralista do braziu:

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Brazil.

Ah, o Brasil tem mais partidos do que os outros países…

Não! A gigantesca diferença é que desde a ditadura de getúlio, só existem partidos “nacionais”. Os partidos regionais que representam boa parte da população nos legislativos locais – ou mesmo nacionais – de outros países, aqui são proibidos.

Por outro lado, no Brasil, o dinheiro público serve para regar os cofres de partidos, que existem apenas para dar ao dono da sigla a grana que é distribuída pela generosidade da demon-cracia.

Fora que na maior parte dos países não se conhece uma aberração chamada “tribunal eleitoral”, que serve de cabide de empregos para tantos “fiscais” e “juízes”.

Precisamos expurgar os nanicos?
Não, só precisamos fazer com que essas siglas parem de mamar nas tetas do governo.

De minha parte, tenho assumido a seguinte regra:

não voto em candidatos de partidos que se digam trabalhistas (ou de trabalhadores), democráticos, sociais (ou socialistas), cristãos (ou de qualquer outra religião), republicanos (ou da república), novo, velho, azul, vermelho, verde, e, sobretudo, laranja.

Esse amontoado de palavras que nada significam não tem minha confiança.

Votaria, talvez, no Partido das Tricoteiras de Monte Sião.
Ou no Partido dos Alfarrabistas do Centor-Oeste.
Essas pessoas pelo menos sabem do que necessitam.

 

 

 

 

Anúncios

imprensa que mente para nada serve

A falha di çumpallo coloca como manchete que angelina devil sai fortalecida.

Cuméquié?

O partido dessa senhora CDU/CSU passou de 41,5% (311 cadeiras) para 32,9% (246 cadeiras) e saiu fortalecido?
Nuntendí.

Na frança, a micronette “ampliou” a margem de derrota no Senado. O partido “en marche” passou de 29 para 23 cadeiras.
En marche à ré, pois marketing não confirma eleitores.

Isso pode muito bem significar que os europeus comunitários não estão dispostos a continuar a dar confiança nesses líderes incensados pela enpreimça.
Claro, porém, que isso não será publicado nos meios de desinformação.

Pior, ainda, são os famosos “analistas” e os colunistas.
Deveriam procurar o divã de um analista para descobrirem qual a obsessão que lhes impede de escrever e/ou dizer a verdade.
Qual o nome dessa síndrome compulsiva de mentir que assola o mundo dos comunicadores?

Eleições na França

Todos estão preocupados em falar das eleições na Alemanha, com toda a imprensa na torcida pela reeleição da queridinha Angelina Jolie – ou será Angela Devil?, não me lembro bem, e não se percebe vestígio das eleições para o Senado na França.

Pois o sistema eleitoral francês é bem curioso.
A eleição para o cargo de presidente foi realizada em 23 de abril e 7 de maio (primeiro e segundo turnos, respectivamente).
Os deputados da Assembléia Nacional foram escolhidos em 11 e 18 de junho, com resultados igualmente favoráveis ao novo presidente novinho Emmanuel Macron.
O senado, porém, está sendo renovado neste final de semana. E o partido do fofinho Macron não está mais com aquele encanto sobre a população.   Os franceses têm a oportunidade de aprovar ou rejeitar o Presidente recém-eleito em mais de uma oportunidade.

 – Detalhe curioso: não há a execrável figura do vice, que os Estados Unidos copiaram das monarquias e venderam para a maior partes dos países. O presidente do Senado assume a presidência da República, em caso de impedimento ou morte, e em seguida se convocam novas eleições dali a três meses. Não se faz mandato tampão, como na Tupinambalândia.

Já comentei uma vez que uma boa reforma política seria que as eleições para o Executivo e as do Indigestivo não coincidissem. Isso é uma oportunidade para o eleitor separar alhos de bugalhos e expressar apoio ou rejeição a quem estiver com a caneta das verbas na mão.

Bem, mas temos um tribumal eleitoreiro que não aceitaria isso. Teriam de trabalhar mais vezes. Tribumal que, aliás, é típico de “democracias” como a Venezuela. Não se conhece essa aberração na maioria dos países. E o voto sequer é obrigatório…
Fora que nóça constituição cidadã jamais admitiria que tivesse mais abertura no processo eleitoreiro.
Sem esquecer que, em constituições anteriores, havia a permissão para que os estados legislassem sobre o mandato dos governadores (eu me lembro de que São Paulo tinha mandato de 4 anos, e a Guanabara mandato de 5 anos), ou até mesmo que alguns estados tivessem o próprio senado (como a Bahia em 1891).
Bem, mas elas não era a expressão dos golpistas sarnentos que nunca foram eleitos para exercer o poder constituinte, e servir aos lobbies da oab, dos sindicatos, dos partidos políticos e das ongs.
Os brasileiros, como sabemos todos, precisam ser muito bem controlados pelos donos da verdade.

ADENDO

Um amigo me esclareceu que as eleições para o Senado são indiretas. Votam nesse fim de semana 76 mil grandes eleitores, entre os eleitos (parlamentares, conselheiros regionais e municipais, e delegados por eles indicados) nas eleições municipais, departamentais e regionais de 2014 e 2015, vencidas pela direita sobretudo por conta da rejeição a Hollande. Por isso, a maior dificuldade de o partido de Macron conseguir a maioria no Senado.

A direita deve manter a maioria, e o partido de Macron luta para se tornar a segunda força no senado e para alcançar 3/5 (60%) do total de assentos do parlamento (Assembléia Nacional + Senado).

Merci, mon cher ami.

Ué, mas la france não é berço da liberdade?  Eleições indiretas?  Quelle horreur!
Aqui na tupinambalândia os professores de cursinho ensinam que devemos desprezar esse sistema eleitoral.

 

até u istadaum

até u istadaum

Urnas eletrônicas

TSE pede investigação sobre falha em 40 mil votos de eleições de 2014

GUSTAVO AGUIAR

09 Junho 2016 | 20h 56 – Atualizado: 09 Junho 2016 | 22h 37

Tribunal determinou a troca de mesários nas sessões eleitorais em que os erros foram identificados

Leia Mais:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,tse-pede-a-pf-e-procuradoria-investigacao-sobre-falha-em-40-mil-votos-de-2014,10000056311

Na hora em que vi a aberração, até me deu dúvida – seção ou sessão?
A própria justiça mostrou o óbvio, que os dicionários mostram:
seção é aquela casinha onde a gente vai para apertar o botão, descarregar a consciência, e soltar us pumlíticos;
sessão é quando aquela turma de capa preta se reúne para deliberar blablablás…
Eu voto na Seção 0095.

MENAZISKOLA, plis

Ou então, que nelas haja
Mais Português e menos Ociologês.

Nota zero para esse gehornallyzta.
I tambéim pra feçôra q naum ençinô dereitu.

eleições britânicas

Depois das eleições britânicas desta quinta-feira, alguém ainda acredita nos “analistas” e nos “institutos de pesquisa” ?

Erraram como nunca!

Depois das eleições britânicas desta quinta-feira, alguém ainda tem a cara de pau de defender o voto distrital como “mais democrático” ?

O UKIP teve 13% dos votos no país, e ficou com apenas uma das 650 cadeiras da Câmara dos Comuns.
13% de 650 = 84
1 em 650 = 0,15% .

Ah, 66% dos eleitores compareceram às seções eleitorais, apesar de o voto não ser obrigatório no país. Votaram por consciência, e não por obrigação.

Por falar em “analistas”, li de um comentário de que UKIP seria um partido da extrema-direita. Ahn?!!  Para a esquerda caviar, tudo o que não é “social” é de extrema-direita…
De outro, li que seria um partido populista.
O que dizer dos “trabalhistas” e outros “sociais-democratas” que inventam bôuça-voto para cativar eleitores, com as falidas políticas de welfare state? Eles não são populistas?
Quanto a sair desse gigante complicador chamado União Européia (cada vez mais desunida), pergunto o que as pessoas achariam se o Brasil pudesse sair (ontem) desse leviatã inútil chamado Merdoçul? Ou você cai na conversa de que ele é útil para o desenvolvimento do país?

Reformas eleitorais

Comecei a ler Soumission, de Michel Houellebecq.
É um romance que fala de um “futuro longínquo”, quando em 2017 os franceses têm no segundo turno de escolher entre o Front National e a Irmandade Muçulmana, depois do enfraquecimento dos pseudo-socialistas, e a falsa direita do Sarkoma (aquele marido de uma cantora italiana).

Bem, a primeira coisa que me vem à cabeça é que é um abuso essa coisa de “segundo turno”, em que uma minoria se torna maioria e oprime os outros todos.
Fazendo uma caricatura, com essa porcaria de sistema, muita gente que votaria em Bolsonaro acaba votando em Marina, “porque ela tem mais chance de ir ao segundo turno”, segundo as estatísticas do DataFalha.
Ou seja, a pessoa já vota pensando no segundo turno.
Isso é democrático?

Pois o cãodidato que ganhe com seus reles 25%, e pare de dizer que teve a maioria dos votos.
Já me contra-argumentaram que, no Chile, Allende foi eleito com 33% dos votos, contra Frei e Alessandri.
Sim, mas ele nunca veio com o blefe de que tinha a maioria, muito menos quando esse número é ponderado, levando em consideração apenas os chamados “votos válidos”.
Se houve crise no Chile não foi por conta da falta de segundo turno.

Outra coisa, que já disse antes:
eleições do poder executivo têm de coincidir entre si, para mandato de 5 anos, e dali a 2 anos e meio, as do legislativo servirão para que deputados e vereadores dêem apoio ou façam oposição a quem está no poder. O legislativo será a oportunidade para a população manifestar apoio ou rejeição ao executivo que foi eleito.
E o Senado? Oras, por favor, está na hora de se repensar essa instituição.
Podemos até ser generosos e dar a esses senhores senis um mandato de, digamos, seis meses, em sistema de rodízio com os deputados eleitos.

Do jeito em que estamos, polarizados e divididos artificialmente, por interesses dos partidos, em 2018 a disputa será entre radicais gayzistas da Bobo/Falha e os radicais seguidores de Feliciano com os amigos do Bolsonaro.
E qualquer um dos dois terá a petulância e descompostura de dizer que tem a maioria, mesmo que no primeiro turno tenha ficado com 22% dos votos.

Mais uma coisinha: financiamento de campanha?
Que palavrão é esse?
Os partidos são ricos o suficiente para fazerem as próprias campanhas, sem precisar de horário “gratuito”  no  rádio e na televisão, nem muito menos de “financiamento público para impedir doações de empreiteiras”, e só permitir as de Caixa 2.
Isso funciona, por incrível que “nossos” políticos queiram afirmar o contrário.
Pense nisso.

Por sua vez, alguns outros aspectos são necessários em uma reforma eleitoral que não seja sugerida pelos “representantes do povo”.
A primeira delas é restringir a reeleição ad infinitum. Há pessoas que só são políticos, nada mais, por toda a vida “útil”.
A segunda é acabar com as dinastias, tornando inelegíveis todos os parentes (inclusive cunhados, sogras, etc.)  de quem já ocupa cargo político.
Mais algumas: voto com comprovante impresso;
direito a voto apenas a quem não tem medo de ser fotografado;
extinção dos famigerados suplentes – morreu ou foi assumir outro cargo, fica a vaga até novas eleições;
impedimento de voto a condenados;
voto facultativo;
e, claro, o direito ao voto só pode ser concedido a quem pode responder criminalmente por seus atos.

Pena que a CF foi redigida e votada por políticos que foram travestidos de constituintes, apenas para satisfazer os interesses de partidos, sindicatos, ONGs e alguns outros lobbies, como o da OAB.
Você participou na constituiinte? Por acaso foi consultado se a referendava?
É a tal “constituição cidadã” que, há um quarto de século, querem que acreditemos como “salvação da pátria”. Está muito mais para uma saúva que destrói o país.

A “jovem demo-cracia”

Estou cansado. Farto. Não agüento mais ler “analistas” comentando que “nossa frágil democracia ainda é muito jovem; precisa amadurecer e se fortalecer”. “Ainda vivemos a infância democrática.”

Nova?
Já tem mais de 18 anos.
Pode muito bem ir para a prisão.
Já é dimaió!
Se é assim, tão pequeninha e indefesa, depois de quase 27 anos da ditadura da constituição redigida em golpe político, que sucedeu a eleição indireta de 1985, nunca chegaremos mesmo à idade adulta.
Apesar de ter sido escrita por esquerdopatas universi-otários, esse artigo refuta a idéia:

Uzanalista que falam da “frágil democracia” são daquele estilo de pais que mantêm filhos em casa até os 40 anos, quando terminado o pós-doutorado vai procurar o primeiro emprego. Pecam pelo excesso de proteção à ninhada.

Depois da ditadura de Floriano Peixoto, em 1891, até o golpe de 1930, tivemos ainda os quatro anos do estado de sítio sob Artur Bernardes.
1930 – 1891 = 39; 39 – 4 = 35 anos de Primeira República.

Artur Bernardes governou seus 4 anos de mandato com o país em estado de sítio. No entanto, nunca é lembrado como um ditador. Meu avô e minha avó nunca esqueceram o que ele ordenou fazer em São Paulo em 1924, quando  houve uma reação contra os desmandos daquele ditador civil.
Os estoriadores, ociólogos, e outros “estudiosos” não gostam de falar desses períodos, porque vai complicar os princípios ideológicos que eles inculcam na cabeça do povo que eles “educam”.
Do final da ditadura de Getúlio, em 1945, até 1964, foram apenas 19 anos de um período com uma constituição que dava autonomia a Estados e municípios para legislarem sobre seus próprios assuntos, inclusive o mandato de seus governantes.
Dutra e Juscelino completaram seus mandatos. Jânio não o fez porque não o quis – tentou um golpe à de Gaulle e fracassou.
Apesar de crises – Getúlio x Lacerda, posse de Juscelino, renúncia de Jânio, governo de Jango – ninguém chamava o Brasil de “jovem democracia”.

De 1964 até 1985, foram 21 anos de um regime de exceção, onde, contudo, havia eleições legislativas pluralistas (inclusive com as famigeradas sub-legendas que hoje em dia pululam sob outra roupagem). Isso nunca ocorreu em “democracias populares” do padrão soviético, cubano, chinês, norte-coreano, e outras que usam o “sistema de lista única”. Era uma regime de exceção, mas não ditadura no sentido exato.

Se esses 26 anos não são suficientes para consolidar “a jovem demo-cracia” (o governo do demo) é porque temos políticos incomPeTentes a quem lhes falta maturidade sobre o que significa alternância de poder. Crianças que não querem compartilhar os brinquedos.

O Lula é uma obra da USP (intelectuais da esquerda festiva) e da classe artística perversa.
Como sempre digo a meus amigos, o PT é filho bastardo do casamento de tucanos de alta plumagem com cardeais da Igreja Católica.
Nada mais parecido com o que havia na Idade Média.

-=-=-=

Curioso que, no artigo cujo link inseri acima, falam da Omissão Nacional da Verdade, ou Comi$$ão Nacional das Indenizações.
Mas, sempre me pergunto se esses defensores dos deretchus dus manu explicam o que faziam os “coitadinhos” que “tombaram” na “defesa de seus ideais”.
Que ideais?
Roubar bancos?
É o mesmo de hoje. Quem explode caixa eletrônica é rotulado de vítima da sociedade, que protesta contra os lucros dos banqueiros e os horrores do capitalismo.
Os heróis da CNV tanto são os menores estupradores de hoje como os da turma do Araguaia.
(eu me lembro das pichações a favor da guerrilha – ou melhor, do genocídio – no Araguaia, nas paredes do banheiro da faculdade, na primeira metade da década de 70)
Que tal compararem o Brasil de 1970 /1980 com ditaduras de verdade – a Romênia socialista de Ceausescu e o Chile fascista de Pinochet?
Ditaduras.
Tal qual Cuba, Coréia do Norte, Angola e outros países hoje em dia, ou Itália e Alemanha de 1930/1945, a Espanha franquista.
Diferente do que era o Brasil de 1964 a 1985.
Aqui havia congresso funcionando, com deputados eleitos diretamente, inclusive com uma coisa chamada sub-legenda, que funcionava como os partidos “nanicos” de hoje, siglas de aluguel. Não era coisa de partido único, como nas ditaduras.
Eleição presidencial indireta não é sinônimo de ditadura (haja vista tantos países no mundo onde esse modelo de eleição ocorre), e tem menos mutretas do que a escolha de primeiro-ministro em vários países parlamentaristas.
Houve políticos cassados? E você não gostaria que hoje em dia milhares de políticos cassados, novamente? Duvido que dia não.
Se uzanalista não consideram ditador Artur Bernardes, por que Geisel ou Figueiredo o eram?
(Ah, os vizinhos de meus avós não tiveram direito a indenizações por conta das perdas materiais que sofreram com os bombardeios e saques militares em 1924.)
De qualquer modo, fico feliz em ver que a turma do esquerdismo festivo das universidades já começa a admitir que “nóça demo-krassía tá madura“.  Só falta recolher e jogar na lixeira assim que apodreça.
Repito: esse pessoal da “frágil democracia” parece aquelas famílias que mantêm as “crianças” de 40 anos em casa, sustentando-os até que tenham concluído o pós-doutorado e comecem a ficar aptos para a vida real.

Nuvem de tags