Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘terrorismo’

no Brasil esse comentário foi escondido

Esse comentário, que foi publicado em diferentes jornais britânicos e dos Estados Unidos,

ficou escondido pela nóça hizenta empreinça tupinambá.

Será que Donald Trump estava correto quando falou de terrorismo na Suécia?

http://www.telegraph.co.uk/news/2017/04/07/donald-trump-right-swedens-crime-immigration-problems/

http://www.dailymail.co.uk/news/article-4392312/Was-Trump-right-Sweden-terror-attack.html

Social Media Resurrects Donald Trump Sweden Gaffe After Stockholm Attack Kills 5

http://dailycaller.com/2017/04/07/remember-when-john-oliver-seth-meyers-mocked-trump-for-worrying-about-possible-terror-attacks-in-sweden-video/

Os vários ataques do terrorismo são muito tristes.

Tanto como é triste o viés míope estrábico da enpreimça brazuca.

 

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pás e guerra

Pás e Guerra (famoso livro de Tolstói, sobre carroças bélicas atravessando a neve russa na luta contra o invasor ditador napoleinho) é o tema do Natal de 2016.

Afeganistão, Iraque, Síria, Israel, Turquia, Alemanha, e até a pacata Suíça.

Só para ficar na Eurásia…

Viva o multiculturalismo da alemoa e do obaobama.

Feliz 2017.

Ah, ainda faltam 10 dias para o ano novo começar…

 

 

a alemoa da Stasi

Sempre me declarei contra a política “multikulti” alemã (tentativa de se redimir do que fez na década de 1940), e sempre apontei que a alemoa da Stasi é uma quinta-coluna infiltrada no mundo ocidental, preocupada apenas com a expansão para o leste, que acabou destruindo a sonhada união européia.

Agora que diàriamente temos notícias sobre atentados na Alemanha e na França (mal conduzida por um socialistazinho que paga uma baba gigantesca para o cabeleireiro – com dinheiro público, é claro), será que o mundo começa a se dar conta de que a política da hipocrisia polìticamente incorreta está levando à destruição do que conhecemos como civilização?

Já sei, esses grandes líderes – inclusive os da América do Norte – são apenas sifilizados. Na origem e na formação.

Meus avós e bisavós vieram de diferentes partes do mundo para viver no Brasil. Integraram-se, não viveram em guetos e castas. Filhos e netos, inclusive, casaram “fora da comunidade”.  Já esses multikultis querem o oposto: quanto mais rótulos melhor (para eles).

 

A bolsa de Sua Majestade

Incrível a quantidade de comentários, e de espaço ocupado nos noticiários, ao verem a foto da nova primeira-ministra britânica Theresa May fazendo reverência à Rainha Elizabeth II, e esta segurando uma bolsa preta.

Dizem os idiotas:

Alguém usa bolsa em casa?

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Antas, capivaras, tapires, jumentos e humanos desinformados de todo o mundo, ouvi o que já foi explicado mas vossos ouvidos foram incapazes de captar:

A bolsa é usada em cerimônias para dar códigos ao serviço de segurança da rainha.

do tipo: preciso ir ao banheiro, esse maluco aí está enchendo a paciência, tira esse terrorista daqui, mande o cara tomar um banho que o bodum está insuportável

Isso já foi divulgado.
Sabia não, mané? Vá criticar coisas mais importantes.

Ah, naquele monte de repórteres e fotógrafos no meio da sala, podia muito bem haver um louco qualquer infiltrado.

Ela estava em casa, mas não estava a sós com os amigos.

Quanto a fazer reverência, a Rainha é antes de tudo um símbolo, tal qual a bandeira e o brasão.
Vai dizer que nunca viu presidentes beijarem bandeiras?

Encolha-se à sua insignificância, reles republicano plebeu.

 

 

a prefeita de paris e o presidente da frança

Depois dos vários atentados terroristas de ontem, é bom lembrar quem é a prefeita de paris:

https://boppe.wordpress.com/2015/01/21/ue-madama-prefeita-cade-a-liberdade-de-expressao/

Acho que ela (e o presidente da framssa, do mesmo partido que ela) não levam a sério o mundo em que vivem.
Agora querem a solidariedade de todos.

Je ne suis pas Paris.

As conversas de correção política (hipocrisia mal resolvida) estão demonstrando o nefasto peso que provocaram no mundo.
Rousseau e seus seguidores que se regozijem no inferno.

Em tempo: alguns leitores fizeram pesquisa no blog, a respeito da “prática usual” da França de dar asilos a ditadores.
Nunca escrevi sobre isso antes aqui, mas é verdade, a framssa é useira e vezeira em adular ditadores depostos.

 

 

 

Putin fala sobre o ISIS

Os refugiados que chegam na Europa

De repente, por conta da foto de uma criança morta, parece que houve comoção mundial com relação ao assunto “refugiados” que fogem diariamente da África e do Oriente Médio, em busca do refúgio que lhes garantirá as benesses do welfare state em países europeus.
Milhares de outros refugiados também fazem aventuras no Sul e Sudeste da Ásia, em direção à Austrália, mas não ganharam ainda a atenção de todo o mundo.

MAS, PORÉM, TODAVIA, CONTUDO, ENTRETANTO, faço duas perguntas:

  1. alguém lembra que foi dona hilária, aquela senhora que postula a candidatura à presidência dos Estados Unidos, que sob a égide de Barraca de Obaoba, fez a bagunça política que destruiu a Líbia e a Síria (e a Tunísia, o Egito, …), e solidificou a barbárie que já imperava em outros países, como Afeganistão, Iraque, territórios palestinos, Sudão?  Exército Islâmico (ISIS) e Boko Haram surgiram depois que as delicadas patas de dona hilária intrometeram-se em diversos países.
  2. alguém questiona a posição dos países ricos em petróleo (Arábia Saudita, Barém, Kuaite, Catar (Al Jazira), Emirados Árabes Unidos (Dubai e AbuDhabi) ? Um jornal inglês indagou por que esses países não receberam nem unzinho refugiado sírio, iraquiano, palestino, etceterino (africanos muçulmanos), quando autoridades desses países dos reis e emires declararam que aceitar esses refugiados poderia enfraquecer a segurança nacional, dada a alta probabilidade de haver terroristas disfarçados no meio dos refugiados.

Como é sabido que esses países financiam esses grupos de radicais terroristas – não oficialmente, é claro, mas por meio de “doações” dos milionários locais…
Desse modo,

Por isso, surge a hipótese: os países árabes que não recebem seus “irmãos” que buscam refúgio devem saber a razão da atitude pouco generosa no diz respeito a ajuda humanitária.
Ao menos poderiam ter o cinismo de contribuir financeiramente aos países europeus, para alojar os refugiados de quem eles querem manter distância.

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