Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Síria’

Uma imagem mente mais do que mil palavras

Falso viral inunda redes sociais.

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Pois é, essa foto não é de Alepo e sequer é de 2016

No entanto, a todo instante as pessoas são inundadas com essas falsas informações (deformações), não apenas nas redes sociais, mas também nos principais meios de comunicação do mundo todo.

São freqüentes as fotos de crianças “famintas”, africanas ou asiáticas, organizadas em fila indiana para pedir comida, enquanto sorriem para o fotógrafo.
Ou filmes que mostram criancinhas tremulando bandeiras de seu país, como se isso fosse uma diversão para momentos de guerra.
Esse fotógrafo / câmera, que certamente está pleiteando algum polpudo prêmio de jornalismo, deveria sim ser processado por aliciamento de menores.

Quanta mentira…

No Brasil, uma das mais freqüentes mentiras é a de juntar uma pequena multidão atrás da imagem de repórter que fala de algum incidente ou acidente ou crime, enquanto a “massa ignara” grita, sob o comando de alguém que não aparece na imagem:  “jostissa, queremos jostissa, …” para a televisão.

Como escrevi em outras vezes, uma imagem mente mais do que mil palavras.

 

ONU?

um desses nababos da ONU disse que é cruel a situação em prisões do Brasil.

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O que será que ele tem a dizer da situação dos abusos sexuais que os funcionários da ONU fazem?

Nos primeiros 20 anos, a ONU – e seus organismos especializados – desempenhavam papel na manutenção da paz mundial.
Nos últimos 20 anos, a ONU – e seus penduricalhos – são vergonhosos cabides de empregos, onde “experts” produzem papéis, reuniões e viagens, e deixam tudo pior do que está.

Os escândalos envolvendo o sistema ONU são vários: Ruanda, Iugoslávia, Nigéria, Sudão, …

Já repararam que, desde que a “xineza de king-kong” Margaret Chan assumiu a organização mundial da doença, “nunca antes neste planeta” surgiram tantas explicações mal explicadas, sobre surtos de doenças?

Já repararam que a organização internacional da vagabundagem (OIT) só faz relatórios coitadistas sobre o trabalho?

Já repararam que o comércio internacional funciona APESAR da desorganização mundial sediada em Genebra, com suas rodadas e rolês?

Já repararam que o “clima” tem se mantido apesar de todas as cop’s que fazem?  E lembram que o ex-dono do ipcc é mais um dos acusados de abusos sexuais?

Já repararam que as “crianças” e a “educação” são sempre “prioridades” e sempre são relegadas a trigentésimo-octogésimo-sexto plano?
Os escritórios do unicef e da unesco, em Brasília, já foram cenários de verdadeiras histórias de horror.

Conheci um consultor da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), que serviu no SUDÃO, e desistiu do trabalho, pois o que os colègüinhas gastavam com festas, para não ficarem entediados, daria para alimentar muitas pessoas que passavam fome naquela região em guerra civil.

Foi criada uma casta de “funcionários internacionais” que se julga acima dos reles cidadãos dos países membros.

A desunião européia, comandada por aquela alemoa e pelo francês hollande, apóia um bando de burocratazinhos em Bruxelas que se consideram os juízes do mundo. Eles decidem quem “é gente” e quem “é descartável”. Sírios e afegãos são tratados de formas tão díspares que dá para desconfiar de algo errado nas políticas da “zoropa”. (por uns passa petróleo, por outros não)

E o que podemos falar de nossos organismos regionais (organismos amebas, bactérias, vírus?), como oea, mercosul, unasul, e outras aberrações que servem para defender politicagem esquerdopata?

Por favor, vamos parar de dar crédito a esses aproveitadores que sustentam agências de viagens, e enriquecem as empresas de máquinas fotocopiadoras.

Ah, quanto às cadeias brasileiras, o problema delas é que nóçus polítikus ainda não moram lá, pois lugar de bandido não é no meio da sociedade.
As empreiteiras (e empreiteiros)  deveriam investir mais no próprio conforto.

Putin fala sobre o ISIS

Os refugiados que chegam na Europa

De repente, por conta da foto de uma criança morta, parece que houve comoção mundial com relação ao assunto “refugiados” que fogem diariamente da África e do Oriente Médio, em busca do refúgio que lhes garantirá as benesses do welfare state em países europeus.
Milhares de outros refugiados também fazem aventuras no Sul e Sudeste da Ásia, em direção à Austrália, mas não ganharam ainda a atenção de todo o mundo.

MAS, PORÉM, TODAVIA, CONTUDO, ENTRETANTO, faço duas perguntas:

  1. alguém lembra que foi dona hilária, aquela senhora que postula a candidatura à presidência dos Estados Unidos, que sob a égide de Barraca de Obaoba, fez a bagunça política que destruiu a Líbia e a Síria (e a Tunísia, o Egito, …), e solidificou a barbárie que já imperava em outros países, como Afeganistão, Iraque, territórios palestinos, Sudão?  Exército Islâmico (ISIS) e Boko Haram surgiram depois que as delicadas patas de dona hilária intrometeram-se em diversos países.
  2. alguém questiona a posição dos países ricos em petróleo (Arábia Saudita, Barém, Kuaite, Catar (Al Jazira), Emirados Árabes Unidos (Dubai e AbuDhabi) ? Um jornal inglês indagou por que esses países não receberam nem unzinho refugiado sírio, iraquiano, palestino, etceterino (africanos muçulmanos), quando autoridades desses países dos reis e emires declararam que aceitar esses refugiados poderia enfraquecer a segurança nacional, dada a alta probabilidade de haver terroristas disfarçados no meio dos refugiados.

Como é sabido que esses países financiam esses grupos de radicais terroristas – não oficialmente, é claro, mas por meio de “doações” dos milionários locais…
Desse modo,

Por isso, surge a hipótese: os países árabes que não recebem seus “irmãos” que buscam refúgio devem saber a razão da atitude pouco generosa no diz respeito a ajuda humanitária.
Ao menos poderiam ter o cinismo de contribuir financeiramente aos países europeus, para alojar os refugiados de quem eles querem manter distância.

Relembrando certas roupas

Com todo esse assunto de Paris e de multiculturalismo, lembrei de um post que eu tinha escrito, em 2009, sobre Trajes Nacionais.

Aproveite para relê-lo.

Pense se você terá a oportunidade de andar na cidade usando short ou bermuda, exibindo a pele tatuada, pelos países do Golfo Pérsico, ou outros da região.
Afinal de contas, “nós” é que temos de nos adaptar às exigências deles. A xenofobia é apenas “nossa”.

Ah, só uma observaçãozinha, para finalizar:
hoje, quando a polícia francesa matou os terroristas envolvidos nos vários atos desta semana, não recebi nem um mísero e-mail de amigo, comentando sobre a truculência da polícia francesa.
Houvesse sido no Brasil (sobretudo em São Paulo) ou nos Estados Unidos, seriam dezenas de comentários de “humanistas”.
No caso da França, como o atual presidente é socialista, tudo bem. Se fosse um presidente de partido de “direita”, seria crucificado, como faz o tal califado com “os infiéis” na Síria.

Oi, aviso: essas palavras com cores, e linhas embaixo delas, são links para ver outras matérias. Não esqueça desse pequeno detalhe.
Tal como os “analistas” dos grandes jornais, não vou repetir tudo o que escrevi em outras ocasiões.

 

La framsse

Há exatamente um ano, escrevi um post chamado La France, ah toujours la France.

Bem, esse país que idolatra o suíço “russô” e aquele italiano que invadiu a Europa gritando, com forte sotaque, libertà, uguaglianza, fratellanza, até ser colocado em uma camisa de fôrça na ilha de Santa Helena, o que podemos esperar dele?
Há muito tempo é apenas uma sombra do que foi antes de criar palácios suntuosos – sem banheiros.
É o idolatrado destino preferencial de “escritores”  brasileiros e outros filhotes da esquerda festiva.
(esquerda caviar deveria ser denominada exclusivamente a nomenklatura da Europa Oriental, inclusive a máfia albanesa que transporta refugiados – todas as outras, genèricamente, chamo de “festivas”, tal como era na década de 1960).

Ontem houve a matança seletiva e premeditada de cartunistas franceses. Lamentável, claro.
Mas se não tivesse sido na phramssa, pouca atenção teria o atentado;
se não tivesse sido contra jornalistas, menos ainda;
como se diz normalmente: no dos outros é refresco.

Nesta mesma semana houve atentados em Istambul, Cairo e em algum lugar do Iêmen,
fora todos os que morreram na Síria, no Paquistão, nos Sudões, no Brasil, etc..
alguém ligou? Foi manchete?
Ah, um a mais, um a menos…
Nem eram jornalistas. Uns policiais, uns “populares”, uns reféns, …isso não conta.

Na semana passada, aquela senhora com cara de mastim napolitano, que está destruindo a União Européia (ela está conseguindo realizar o sonho de seus antecessores em Berlim), veio com conversinha mole de “tolerância”.
É mesmo, “anjinha”?
Está preocupada com eleitores “multiculturalistas”?
Até há pouco tempo quem não fosse filho de alemão não tinha nacionalidade – não votava. Ela deve ter esquecido desse “pequeno detalhe histórico”.

Voltando a falar dos cartunistas, eles só faziam desenhos satirizando católicos e muçulmanos. Ué, e os “candomblezeiros” que abundam em Paris? E os judeus que a framssa fez questão de entregar para os nazistas? Eles não eram objeto das caricaturas – seletivas e premeditadas.

Claro que sou a favor da liberdade de expressão, mais do que a “liberdade religiosa”, pois esta só existe quando utilizada para cercear as opiniões dos outros.
Sou, porém, radicalmente contra o coitadismo corporativista, seja ele voltado a algum grupo étnico, religioso ou profissional.

Há uns dias, tive uma discussão com uma amiga arquiteta, dessas que fala de “preservação do patrimônio”.
Ela se zangou quando eu perguntei o que ela achava da demolição de Paris, durante Napoleão III – Barão Haussmann, para a eliminação dos infectos cortiços e a construção dos boulevards que viraram cartões postais.
A mesma política que foi depois copiada no Brasil – sobretudo no Rio de Janeiro do Prefeito Pereira Passos, mas também, com o inevitável atraso, em outras capitais de menor relevância, como São Paulo de Prestes Maia (que destruiu jardins de prédios para alargar ruas).  Ela disse que eu tenho de me ligar mais às coisas que a unescu faz.
É mesmo? Aquele cabide de empregos tem de ser levado a sério?

Divagações.
Perdi o fio da meada.
Retomo, porém, dizendo: se a matança tivesse sido nos Estados Unidos ou na Inglaterra, ou em Lisboa ou em Ierevan,
não haveria essa comoção mundial.
São lugares de “segunda categoria”.

 

 

 

 

 

Saudades de Saddam Hussein

Com esse título, Clóvis Rossi publicou um artigo na Folha (que a gente tem dificuldade de encontrar, por conta do gigantesco pop-up tentando convencer o leitor de que não há bolha imobiliária no Brasil), hoje, dia 16, cujo início é “ditaduras são sempre nefandas, nefastas, odiosas, horrorosas ou qualquer outro qualificativo diabólico que ocorra ao leitor”.

Discorre sobre a desastrada política externa de Bush filho, mas quando fala dos fracassos da “primavera árabe” não menciona a hilária secretária de estado de obaminha do coração dos hipócritas do prêmio nobel.
Aliás, as informações sobre a Tunísia, que mencionei em 2012, não são exatamente tão “neutras” quanto Clóvis Rossi pretende.

Quando Clóvis Rossi fala do segundo turno da eleição no Afeganistão, comenta sobre o absurdo ataque de talibãs contra eleitores, que tiveram dedos cortados, mas esquece de falar do mais grave dessa situação:

quando é que esses ocidentais vão entender que esse sistema político “democrático” é o menos adequado para 90% dos países?
parem de pensar como rousseau e montesquieu (letras minúsculas), e deixem de lado essas teorias, que a política no mundo estará mais de acordo com o que cada população precisa.

Por que as “potências ocidentais” não intervêm na China, na Rússia ou na Coréia, para implantar o modelo de democracia euro-americano?

Democracia na China nunca terá resultados como se imaginaria no modelo dos teóricos franceses (melhor não usar a palavra filosofia, para pensamentos tão fracos), justamente porque a China tem uma história diferente da França, os valores e a cultura dos povos são diferentes.

Resumindo: o estrago que os “entelequituaes” têm feito pelo mundo afora é maior do que os de Calígula elevados ao quadrado.
E eleição não é sinônimo de governo do povo, para o povo e pelo povo.

Quando Sir Winston Churchill afirmou que “a democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas” , certamente ele pensou no parlamento em Westminster, mas será que o modelo britânico funcionou em todas as suas ex-colônias?

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