Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘censura’

parcialidade

A enpreimça brasileira é tão parcial, que noticia que algumas pessoas protestaram em Glasgow, pedindo novo plebiscito pró-separação da Escócia, mas não conta que, no mesmo dia, alguns milhares protestaram em Berlim contra a Führerin da desunião européia (aquela alemoa da Stasi).

O mais grave é que muitos brasileiro só se baseiam em uma fonte de deformação, e se acham informadas…

O mesmo comentário vale para quase tudo o que lemos sobre a eleição nos Estados Unidos, disputada entre a reencarnação de Catarina da Rússia e o clone de Hitler (ou seria de Mussolini?).

É sempre bom tentar ler os opostos… nem que seja só para poder comparar a auto-censura que jornalistas impõem, de acordo com sua ideologia.

 

A Imbecilidade Humana NÃO Conhece Limites

Li uma matéria sobre “livros que podem nos fazer mal“, encontrável no site do jornal lusitano Público.

Deixo a chamada aí:

Há um movimento de estudantes universitários norte-americanos a pedir que os protejam dos conteúdos de alguns livros que consideram perigosos. Em causa estão sobretudo clássicos da literatura grega e romana. A psiquiatra Manuela Correia fala em “infantilização” da sociedade.

É necessário ler a matéria, e também os comentários. Não vou aqui ficar me estendendo, pois seria difícil resumir.

Como sempre tenho manifestado aqui no blogue, porém, abomino de corpo e alma essa hipocrisia da correção política, essa esquerda festiva que sempre pretende policiar (usavam antes o termo patrulhamento ideológico) o que os outros pensam, “por uma sociedade melhor”.

Infelizmente essa doença social da censura ideológica, que não sabe identificar alegorias, ou despreza os ensinamentos da História (com H maiúsculo), está impregnada em vários setores do mundo. Pior do que a religião, ela se torna lei, levada por gente “bem intencionada” (aqueles que enchem o inferno todos os dias de boas intenções), disfarçada em “bons pensamentos”.

Faz falta que o mundo se preocupe mais com ciências, e não com empulhações de teorias sociais.
Essas aí nos têm deixado encalhados.

Só posso resumir que a imbecilidade humana não conhece limites. O mundo contemporâneo é o maior exemplo.

a ditadura da hipocrisia

Estou em um hotel em São Paulo, de conhecida rede internacional francesa.
Como em outros, há televisão por cabo.
Com uma diferença, porém:

a gerência, em um ato extremado de hipocrisia totalitária, impede no contrato que programas “proibidos para menores” sejam exibidos nas televisões.

Não adianta tentar pedir o desbloqueio, é parte do contrato.

Afinal de contas, é muito ruim que hóspedes possam assistir seriados e filmes “proibidos”. CSI, Law & Order, por exemplo, ficam bloqueados. São “muito fortes“.

O mais ridículo disso tudo é que são liberados os canais abertos, mesmo que exibam aquelas deprimentes cenas de crimes no fim da tarde ou as danças de bundas funkeiras no domingo na hora do almoço.

Sabem do que mais: é proibido – por lei – que menores de 18 anos se hospedem sòzinhos em hotéis. Caberia, portanto, aos pais e/ou responsáveis selecionar o que as crianças poderiam ou não assistir na tv do hotel.

Não importa. Hóspedes sexagenários também são tratados como incapazes pela gerência do hotel, que, no afã de “salvar a moral e os bons costumes”, decide totalitàriamente o que pode o não ser exibido nos televisores do hotel.
O polìticamente correto assumindo – outra vez – seus ares ditatoriais. Só eles sabem o que é melhor para a sociedade. Esquerdismo disfarçado. E ainda com coragem de chamar os outros de fascistas… Parece ser a regra da lavagem cerebral dos gerentes da Rede Accor. Já presenciei outras cenas da asquerosa hipocrisia gerencial em outras situações. Afinal de contas, os diretores franceses sabem melhor do que ninguém o que é bom ou ruim para esses povos subdesenvolvidos onde eles têm filiais.   Liberté, égalité, fraternité, pois estamos nu pudê. 

Facebook

Dilpior e Montedeaçúcar encontraram-se, e se reunirão outra vez, para fortalecer os laços entre o Caradelivro e a vigilância sobre os brasileiros.

Vocês acham que é de graça, à toa, por caridade, que ele vai ampliar a infernet no Brasil?

Fiz bem em fechar minha conta há alguns anos.

 

Sites de jornais

De repente, no meio “das festas de copa imunda”, os principais jornais / revistas brasileiros fizeram alterações visuais em seus sites.

Um espírito de imitação que é de cair queixo de mula!

Tudo arrumadinho, limpo, com imagens bonitinhas, com chamadas escandalosamente escandalosas (como sói ocorrer na “enpreimça“), e…
com incrível falta de informações úteis.

Além do blablablá de “famosos”, de fofocas sobre alpinistas sociais e outros do estilo, além de toneladas de pop-ups com propagandas.

Nem tudo porém se resume a isso: ainda temos as abomináveis matérias pagas, que eles colocam como “reportagens”, do tipo “não existe bolha imobiliária”, ou “meu colega jornalista é o melhor candidato ao senado que jamais houve em terras tupiniquins”, e outras coisas de “total isenção”.

Não é necessário ter um site chato e antiquado, como o New York Times, mas nem todas as pessoas dão mais valor à forma do que o conteúdo.

Com esse detalhe, conteúdo, nem os “programadores visuais” nem os empresários das comunicações parecem preocupar-se.

Ah, quase deixava de lado:
e as matérias que simplesmente “desaparecem” no arquivo dos sites, porque a repercussão foi oposta à que estava programada pela empresa, ou porque estavam impregnadas de “herros”?

E a descarada censura a comentários de leitores? Esse pode, esse não pode.
E são eles os que “defendem” a liberdade de expressão?
Poupem-nos de balelas demagógicas.
“Porcorativismo” da pior espécie!

Melhor voltar a ouvir rádio, e ler blogs, para atualização das informações.
Os blogs têm rabo muito menos preso do que esses sites de jornais, e informam coisas que a “grande enpreimça” esconde.

P.S. Acabo de ver que a vetusta BBC está com pesquisa para saber as preferências dos leitores, para eventuais alterações na ênfase de alguns conteúdos.

Hilária

Pois, depois de quatro anos trocando ditaduras militares por ditaduras religiosas, hilàriamente a senhora Pinton deixa o Departamento de Estado e vai cuidar de outros assuntos.

A primavera árabe instigada pela loira oxigenada provocou mortes e violência, que com os novos regimes teocráticos, instalados após a queda dos antigos ditadores, vão ser escondidos por censura mais severa.

Como é bom sabermos que o inferno se engrandece com as boas intenções da turma do oba-oba. Ainda mais quando a diplomacia dos Estados Unidos sempre foi teve a qualidade de ser um elefante enlouquecido em uma loja de cristais.

Ainda bem que o continente americano não faz parte das prioridades políticas das pessoas que estão no poder naquele país. Resta-nos aguardar para saber o que o Joãozinho Quer.

A censura que o Estadão faz

O Estadão, o jornal que faz censura mas reclama de sofrer censura, havia inserido na edição do dia 19 uma matéria sobre a OMS ter declarado a gripe 1 (ex-suína, ex-mexicana) pandemia, por pressão dos laboratórios, envolvendo alguns milhões de dólares de financiamentos para técnicos do próprio organismo internacional.

No dia seguinte, a matéria, assinada pelo correspondente Jamil Chade, desapareceu dos arquivos do jornal. Mas ela pode ser encontrada no arquivo do jornalista Luiz Carlos Azenha, e merece ser lida, pelo link do Azenha que insiro também aqui.

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/oms-reve-regras-para-declarar-pandemias/

Como tantas vezes já escrevi aqui no blogue, não existe ciência sem dinheiro, e ela muda conforme o patrocinador, como também muda de ideologia conforme as necessidade políticas.

Do mesmo modo, não existe organismo internacional sem segundas intenções, pois eles são, hoje em dia, um objeto para eles mesmos. Um corpo de consultores que criam cargos e empregos para se perpetuar em projetos que quase nunca são executados integralmente, e que fazem a festa de países que os sediam, onde geram rendas de aluguéis e outras. Por isso a disputa acirrada para obter a sede de novos organismos internacionais, em lugares como Bélgica, Uruguai, Suíça, Áustria, e mesmo a França do marido húngaro da cantora italiana Carla Bruni, que pretendia estabelecer um O.I. exclusivo para debater a “mudança climática” (andropausa e menopausa, talvez).

Dá para acreditar nesses cientistas e nesses funcionários internacionais? São reles seres humanos, tão cheios de segundas, terceiras e quartas intenções quanto qualquer outro. E de boas intenções se enche o inferno.

P.S. Fica a dúvida: por que o Estadão retirou a matéria do correspondente? Quem pagou para isso? A OMS ou a Glaxo?

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